Mas ele não esperava que se tornaria uma peça descartável para ela.
Sylvia havia congelado subitamente todos os seus cartões e bens. O capital dos negócios que ele administrava para ela não podia ser recuperado, e em breve ele estaria endividado.
E, sem surpresa, ele seria o bode expiatório.
Agora, ele precisava urgentemente de notícias do lado de Yolanda, mas se a procurasse diretamente, ela poderia não estar disposta a ajudá-lo.
Antônio só podia recorrer a Brenda.
Ele estava na terceira bebida no bar quando Brenda finalmente chegou.
Assim que entrou, disse a Antônio:
— Tem uma sala reservada? Um lugar mais tranquilo.
Antônio, sentado no balcão, estreitou os olhos para Brenda antes de fazer um sinal para o garçom com a cabeça.
Eles mudaram de lugar, e o barulho do ambiente foi isolado.
A atmosfera tornou-se fria e tensa.
Antônio olhou de soslaio para o pulso de Brenda.
— Ainda dói?
Naquele dia, o gesto dela o havia assustado de verdade. Ela preferia morrer a ter qualquer tipo de envolvimento com ele.
Para ser sincero, ele se sentiu profundamente atingido.
Brenda disse com indiferença:
— O Diretor Leite está brincando. Uma cicatriz já curada, como poderia doer?
— Mas em mim dói bastante. — Antônio suspirou, com um sorriso nos lábios, parecendo estar brincando.
O corte realmente não fora profundo e a ferida cicatrizou rápido, mas seu coração doeu de verdade.
Brenda sentiu um certo nojo e mudou de assunto diretamente:
— Diretor Leite, você não me procurou para falar sobre isso, certo?
— E para que você acha que eu te procurei? — Antônio não estava com pressa e devolveu a pergunta.
— Sylvia. — Brenda foi direta ao ponto. — Você deve querer saber o paradeiro da sua mãe, não é?

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