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Expulsa, desbloqueei meu modo chefe supremo romance Capítulo 706

Gerald respirou fundo e cerrou os punhos com força.

Entrar em pânico ou perder o controle agora não ajudaria em nada. Se perdessem a compostura neste momento, os mais satisfeitos seriam os Roffes.

— Entendi.

Gerald virou-se e conduziu os outros dois em direção ao veículo. — Vamos entrar no carro.

— Gerald?! — Tanya olhou para ele com incredulidade. Ele ia mesmo desistir de Audrey?

Gerald disse com firmeza: — A Capitã disse que a traria de volta, e assim ela fará. O que precisamos fazer agora é ir ao local da competição e garantir nossa vaga. Mesmo que ela não consiga retornar a tempo, devemos dar o nosso melhor e resistir, segurar o tempo... até que ela volte com Audrey!

Aquilo era a prova de sua confiança cega em Helen. Era também uma aposta desesperada.

Ele estava apostando que Helen, a quem ele escolhera seguir, cumpriria sua palavra. Se ela disse que poderia resgatar Audrey, então ela o faria.

Tanya e Daniel cerraram e relaxaram os punhos repetidamente, lutando contra a ansiedade.

Finalmente, respiraram fundo e falaram com olhos cintilantes de determinação: — Certo, vamos para o local agora mesmo! Audrey é prioridade, mas a competição também é! Não podemos desistir e não deixaremos os Roffes conseguirem o que querem!

Os três entraram no carro dos Walcotts.

Quando Tanya fechou a porta, ela cerrou o punho e olhou para Helen com os olhos marejados. — Capitã, você vai trazê-la de volta, não vai?

— Sim.

Apenas uma palavra. Uma resposta seca, simples e direta.

Mas Tanya sentiu que aquela única palavra carregava um peso imenso e era, ao mesmo tempo, profundamente tranquilizadora.

Ela disse com convicção: — Esperaremos por você na competição. Volte em segurança com Audrey!

A porta do carro se fechou e o motor rugiu ao dar a partida.

O carro dos Walcotts seguiu direto para o local do evento.

Helen desviou o olhar. Seus olhos, habitualmente frios e límpidos, escureceram instantaneamente, e o ar ao seu redor pareceu congelar por um breve instante.

Sua expressão tornou-se gélida enquanto ela sacava o telefone.

Primeiro, ligou para Crimson Serpent. — Eu não ordenei que você enviasse homens para vigiar meus quatro companheiros de equipe?

Crimson Serpent respondeu prontamente: — Sim, nosso pessoal os monitorava em segredo. Até que o carro enviado pelos Walcotts chegasse para buscá-los, eu havia instruído minha equipe a recuar.

— É mesmo? — Helen soltou uma risada gélida. — Então adivinhe onde estou agora?

Seu tom de voz fez Crimson Serpent reagir de imediato: — Lennie, o que está acontecendo?

Francis respondeu em tom satisfeito: — Srta. Helen, você é realmente prática. Há uma fábrica de produtos químicos abandonada ao norte da Universidade Duntin. Esperarei por você lá com sua querida companheira. Lembre-se: você deve vir sozinha.

De repente, Francis baixou o tom, carregando uma maldade cruel e provocadora: — Se eu avistar qualquer pessoa dos Garcias ou souber que você acionou a polícia, cortarei as mãos dela — aquelas mãos tão úteis para experimentos — e as enviarei como um presente de pré-competição. Fui claro?

— Ah, e você tem apenas trinta minutos. Não sou um homem paciente.

— Além disso, estou muito interessado em testar os receptores de dor da Audrey. Se você se atrasar, encontrará apenas um cadáver.

— Hahahahahaha!

Ele gargalhou descontroladamente, possuído por um delírio insano.

O sinal caiu.

Helen guardou o telefone, e os cantos de seus lábios rubros curvaram-se lentamente em um arco.

Era um sorriso carregado de desdém e sarcasmo.

*Me ameaçar?*

A última pessoa que ousou proferir tal ameaça contra ela já apodrecia há muito tempo.

Ela levantou a mão e baixou o quebra-sol do para-brisa.

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