Serena pediu a Tina que ficasse calma e saiu apressadamente.
Era um grupo de trabalhadores em uniformes de obra, todos altos e fortes, com aparência imponente. Deise e um colega de trabalho tentaram bloqueá-los, mas foram afastados com um único empurrão.
— Se tiverem algo a dizer, falem comigo. Não ousem dar mais um passo! — disse Serena, parando na porta do quarto.
— Você não é a Tina. Não temos nada para falar com você!
O homem que liderava o grupo, robusto como um urso, agarrou o braço de Serena para tentar tirá-la do caminho. Mas Serena segurou seu pulso e, com um movimento rápido, torceu-o. O homem, pego de surpresa, gritou de dor.
Os outros, ao verem a cena, cercaram-na imediatamente.
Serena ergueu os punhos. — Se vieram para brigar, vamos lá para baixo. Assim não incomodamos pessoas que não têm nada a ver com isso!
Que audácia!
Os oito ou nove homens se entreolharam. Embora não tivessem medo de Serena, não havia necessidade de lutar com ela, afinal, esse não era o objetivo deles.
— Quem é você? — perguntou o homem que parecia um urso, erguendo uma sobrancelha.
— Sou a outra dona da TISA. Meu nome é Serena. Tina está deitada naquela cama, e quanto ao motivo pelo qual ela está ferida, acredito que vocês saibam muito bem. Portanto, se tiverem algo a dizer, digam a mim — respondeu Serena, com frieza.
— O que quer dizer com “sabemos muito bem”? Se ela está ferida ou não, como se feriu, quem a feriu, não sabemos de nada! Pare de nos caluniar!
— E por acaso eu disse que foram vocês que a feriram? Por que está tão exaltado?
— Eu... eu não estou exaltado, eu só...
— Nós já chamamos a polícia. Acredito que eles encontrarão o culpado em breve, então não se preocupem.
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