As duas crianças haviam desaparecido!
Serena e Patrícia procuraram o dia inteiro. O céu começava a escurecer, e ainda não havia sinal deles.
Patrícia foi à polícia, enquanto Serena, depois de falar com Adolfo, foi diretamente a uma das mansões de Elvis Landim.
Um empregado informou a Elvis que alguém o procurava.
Quando ele saiu e viu Serena, ficou muito surpreso e ordenou apressadamente que abrissem o portão.
Assim que o portão se abriu, Serena entrou a passos rápidos.
— Rosana está aqui, não está?
— Rosana?
Elvis piscou, surpreso. Ele pensava que ela viera procurar por Felipe.
— Sim, ela... ela está.
Hoje, ele estava dando uma pequena festa, e Bryan havia trazido Rosana.
Ao ouvir isso, Serena entrou na casa a passos largos. Embora fosse uma festa, não havia muitas pessoas. Provavelmente já haviam jantado e agora estavam reunidos em volta de uma mesa, jogando pôquer.
Ela não prestou muita atenção nos outros, seus olhos se fixaram em Rosana. Lá estava ela, sentada como se nada tivesse acontecido, conversando e rindo. A imagem, contrastando com o desaparecimento das crianças, fez a raiva de Serena ferver.
Ela rangeu os dentes, avançou e agarrou Rosana pelos cabelos.
— Fale! Onde está o meu filho?
Rosana soltou um grito de dor e, ao ver que era Serena, começou a xingar: — Sua vadia, como ousa vir até aqui? Me solte agora!
— Não vai falar, é?
Serena não tinha paciência a perder e desferiu-lhe um tapa no rosto.
Rosana ficou atordoada com o golpe e, só depois de um momento, percebeu o que havia acontecido.
— Bryan, me ajude!
Bryan também estava um pouco perplexo. Só reagiu ao ouvir o pedido de socorro de Rosana e se aproximou apressadamente.
— Serena, você chega agredindo as pessoas, não acha que está passando dos limites?
Serena fuzilou Bryan com o olhar. — Então você está do lado dela?
— Do que diabos você está falando?

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