Mas, no instante seguinte, Bryan a empurrou para o abismo.
O coração de Serena se apertou ainda mais. Assim que Patrícia entrou, ela ligou apressadamente para Elvis, pedindo que ele viesse. Elvis chegou rápido, mas Bryan havia ordenado aos seguranças que o barrassem, então sua presença não adiantava de nada.
Elvis suspirou profundamente. — De todos nós, Bryan é o que tem o temperamento mais explosivo. Ele não escuta ninguém, nem mesmo os pais. Mas se o Felipe falar, ele obedece.
Sem hesitar, Serena ligou imediatamente para Felipe, mas descobriu que ele a havia bloqueado.
Sem alternativa, ela pediu que Elvis ligasse. Felipe atendeu, mas se recusou a ajudar.
Elvis deu de ombros. — Ele acha que é um assunto particular do Bryan e que não cabe a ele se intrometer.
— Mas há vidas em jogo!
— Não vai chegar a tanto. Bryan tem um temperamento explosivo, mas não a ponto de tirar uma vida.
— Não, eu preciso fazer alguma coisa!
Serena pensou e repensou: a única pessoa que poderia parar Bryan era Felipe. Se ele ajudasse, Patrícia e Raul estariam salvos.
Mas Felipe não queria ajudar. O que fazer...?
Ela pensou em um plano, mas não sabia se funcionaria.
Mas não havia mais tempo, ela teria que arriscar.
Decidida, ela olhou ao redor, fixou o olhar em uma parede, cerrou os dentes e correu de encontro a ela.
Elvis observou, chocado e confuso, Serena bater de repente contra a parede. Ele a viu cambalear de volta e escorregar para o chão. Correu até ela e viu que sua testa estava cortada, com o sangue jorrando.
— Você... o que significa isso?
Enlouqueceu?
Serena respirou fundo. — Ligue para o Felipe de novo.
— Hã?
— Diga a ele que, se não ajudar, eu... eu vou sangrar até a morte!



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