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Feliz Aniversário, Meu Amor de Mentira romance Capítulo 650

— Eu sabia que você me amava mais que tudo.

Patrícia não pôde deixar de revirar os olhos. Ela disse que não queria atrapalhá-los e que, assim que chegassem a uma estrada principal onde pudessem pegar um táxi, ele poderia deixá-las.

Mas a mulher parecia não poder esperar nem esse pouco de tempo, esfregando a parte de cima do corpo no braço de Rogério e com a mão estendida para um certo lugar.

Rogério ficou excitado, perdeu o controle do volante e o carro balançou bruscamente.

Grace soltou um gritinho assustado. Patrícia a abraçou rapidamente, cobrindo seus olhos e ouvidos para que ela não visse nem ouvisse nada.

— Sr. Rogério, se você não se importa com a sua vida, nós nos importamos com as nossas. Por favor, poderia dirigir com mais atenção?

Como se para provocá-la, depois que ela disse isso, Rogério puxou a mulher para o seu colo, e o carro balançou várias vezes com o movimento.

— Srta. Correia, emocionante, não é? — ele perguntou com uma risadinha.

Patrícia rangeu os dentes. Ela se arrependia imensamente de ter entrado no carro dele, mas ao redor estava tudo escuro, parecia uma estrada na serra, e a razão lhe dizia que era melhor não descer imprudentemente. Ela só podia aguentar.

Mas os dois ficavam cada vez mais ousados, especialmente a mulher, que já começava a gemer.

Quando Patrícia estava prestes a perder a paciência, Rogério de repente empurrou a mulher de seu colo.

— Você me disse que era virgem, tem certeza?

A mulher, que estava com uma expressão de êxtase, ficou atordoada ao ouvir aquilo. — E-eu sou, claro que sou.

— Com esse seu jeito todo assanhado, como pode ser virgem?

— Mas eu sou. Se você não acredita, vamos para um hotel e você pode verificar pessoalmente.

— Quantos anos você tem mesmo?

— Vinte aninhos.

— Porra, você tem um monte de rugas no pescoço e diz que tem vinte? Me mostra sua identidade!

— Sr. Costa, você...

— Mostra!

A mulher hesitou por um longo tempo e, sem saída, disse: — Eu tenho vinte e poucos, mas é vinte e oito, ainda conta como vinte.

— Eu mandei você mostrar a identidade!

— Trinta, então!

— Você também quer ser jogada para fora? — disse Rogério, entredentes.

— Eu não disse nenhuma mentira.

— Eu sou um canalha, mas basta que eu saiba. Ninguém mais tem o direito de dizer!

— Ah, então você tem consciência de quem é.

— Você está me provocando de propósito, não é?

— Por favor, pare o carro, nós vamos descer agora!

Assim que Patrícia terminou de falar, o carro parou abruptamente.

— Vocês também, sumam!

Patrícia, sem dizer mais nada, desceu do carro com a filha. Mas assim que saíram, perceberam que estavam em frente a um cemitério...

— Mamãe, estou com medo! — a voz de Grace tremia.

Patrícia rangeu os dentes. Aquele desgraçado do Rogério tinha parado ali de propósito.

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