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Floresci das Cinzas romance Capítulo 150

— Quer beber alguma coisa? Chegou uma garrafa de champanhe hoje, gostaria de provar?

Normalmente, Crystal deveria recusar.

Ela e Gilson, sozinhos em seu apartamento, e ainda por cima bebendo álcool.

Mas Crystal estava deprimida demais e, no fundo, não acreditava que algo pudesse acontecer entre ela e um homem como Gilson.

— Posso?

— Claro. — Gilson sorriu.

Ele se levantou lentamente, sua figura alta desaparecendo de sua vista.

Dez minutos depois, ele voltou para a sala de jantar com gelo, duas taças de cristal e uma valiosa garrafa de champanhe.

— Vamos deixar aerar um pouco, beberemos mais tarde.

Crystal sentou-se no enorme terraço de Gilson, com uma vista panorâmica. A brisa suave da noite acariciava seus cabelos.

Seu olhar estava perdido no céu escuro, assim como seu humor naquela noite.

— Obrigada.

Gilson trouxe as taças e colocou a dela em sua frente.

Crystal ergueu a taça, brindou levemente com a do homem e tomou um gole.

— É muito bom, delicioso.

Gilson não disse nada.

Os dois beberam em silêncio por um tempo. Quando Gilson sentiu o tempo esfriar, levantou-se para levá-la para dentro.

Foi quando percebeu que as bochechas dela estavam coradas de uma maneira diferente, seus olhos, turvos pela bebida, ainda mais sedutores.

Inconscientemente, ela lambeu os lábios, uma tentação fatal para qualquer homem.

Crystal pareceu notar que Gilson a observava.

Ela soluçou.

— Já te dei uma gravata, abotoaduras... que tal uma camisa? — Crystal pareceu ponderar seriamente.

Gilson sorriu e, inclinando-se, a pegou no colo, levando-a de volta para a sala.

Ele se agachou, colocando-a no sofá.

— A camisa você também já deu. Que tal... — Os olhos de Gilson se tornaram profundos, obscuros. Sua voz saiu rouca, quase um sussurro. — Quando a sentença do seu divórcio sair, você se casa comigo?

A mulher, que estava meio bêbada, sentiu um arrepio e se endireitou no sofá.

Crystal engoliu em seco.

— Diretor Franco... o que o senhor disse?

Os olhos de Gilson se estreitaram, com uma seriedade nunca antes vista.

— Eu preciso de uma esposa. Você aceita ser a minha Sra. Franco?

***

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