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Floresci das Cinzas romance Capítulo 184

Gilson sorriu, sem se importar com a atitude dela de antes.

— Claro, agradeço, Sra. Pessoa.

Crystal voltou para casa, deixou o guarda-chuva secando, largou a bolsa e foi para o apartamento de Gilson.

Em quinze minutos, uma tigela de macarrão com azeite e pimenta foi colocada na frente dele.

Ele comeu uma grande garfada.

— Muito cheiroso e delicioso. É o melhor macarrão que já comi.

Sem dúvida, o elogio foi muito agradável de se ouvir.

Crystal sorriu.

— Que bom que gostou.

— Que pesadelo você teve ontem à noite? — Gilson perguntou de repente.

Crystal pensou por um momento e descreveu o homem de aparência suspeita que encontrou ao sair do trabalho no dia anterior.

Gilson franziu o cenho.

— Existe gente assim por aqui? Amanhã vou pedir ao departamento administrativo para falar com a segurança e aumentar o número de patrulhas.

Crystal mordeu o lábio.

— Isso não seria muito incômodo?

— De forma alguma. Não pense que está exagerando. Estar alerta é muito necessário. Isso não beneficia apenas você, mas garante a segurança de todas as funcionárias do grupo.

Gilson até largou o garfo e imediatamente deu as ordens.

A inquietação que ela sentia há pouco se dissipou completamente.

Crystal pensou que Gilson, sob qualquer perspectiva, era de fato um parceiro qualificado, ou um companheiro, como queiram chamar.

Parecia que qualquer problema entregue a ele seria resolvido.

-

Carlos seguiu-a por alguns dias e, de repente, percebeu que havia muito mais seguranças ao redor do prédio comercial.

Ele praguejou em voz baixa. Não esperava que sua filha fosse tão alerta.

Além disso, o trajeto de Crystal era contínuo e sem brechas; era difícil abordá-la no metrô ou na rua.

— Tio, minha mãe não está em casa, então hoje não é um bom dia. Eu preciso ir.

Fábio, sendo jovem, começou a correr e logo se distanciou.

Carlos, com seus hábitos de vida irregulares e má alimentação, ficou ofegante depois de alguns passos.

— Filho da mãe, esse moleque corre rápido pra caramba!

Fábio chegou em casa correndo, ainda com o coração acelerado.

Lílian, ao ver o filho chegar, franziu a testa.

— Fábio, você não levou o guarda-chuva hoje? Por que está correndo? O médico não disse que você não pode fazer exercícios intensos com a sua condição?

Lílian falava sem parar, enquanto Fábio se sentava no sofá, recuperando a calma aos poucos.

— Mãe, agora há pouco um tio estranho, de sobrenome Santos, disse que estava te procurando e queria vir aqui em casa. Achei o olhar dele muito esquisito, então saí correndo.

O copo na mão de Lílian caiu no chão.

— O que... quem você disse que veio?

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