Entrar Via

Floresci das Cinzas romance Capítulo 365

— Não vamos para o mar, não é seguro. Deve haver uma piscina privativa por lá, vamos nadar onde ficarmos hospedados.

Era preciso admitir que aquela ilha particular era realmente enorme. Havia poucas pessoas, e além dos funcionários que os serviam, toda a praia era só deles.

E não havia hotéis, mas uma fileira de pequenas vilas independentes. Cada vila correspondia a uma praia e uma vista para o mar diferentes.

Cada vila tinha seu próprio mordomo exclusivo.

Dante só precisou caminhar na direção oposta a Gilson e seus amigos e escolher um lugar que gostasse para se hospedar.

A área que escolheram ficava exatamente de frente para o pôr do sol.

— Que lindo! — Elisa não esperava que tivessem tanta sorte, pegando justamente o crepúsculo do pôr do sol.

O olhar de Dante era profundo.

— Vamos nadar? Se for à noite, vai estar muito frio.

Elisa pensou por alguns segundos e assentiu.

— Sim, vou entrar para trocar de roupa.

Quando ela saiu, vestindo um maiô rosa de alças finas, Dante já a esperava, recostado na borda da piscina.

Ele a encarou de repente.

A pele branca como jade o fez semicerrar os olhos.

Elisa sempre se vestia de forma ousada, sem cerimônias, afinal, já havia morado no exterior.

Ela e Dante ficaram em lados opostos da piscina. Ao lado dela, havia uma taça de vinho tinto. Bebericando seu vinho na água, ela admirava o pôr do sol.

Era um momento de puro prazer.

Mas ela não viu a figura que se aproximava lentamente.

Assim que o vinho em sua taça acabou, o homem disse com a voz rouca, de repente:

— É bom?

Elisa não entendeu.

— É bom, sim.

— Se você quiser provar, peça ao mordomo para abrir outra garrafa para você.

— Não precisa.

Ele sorriu levemente.

— Eu bebo da sua taça.

Elisa ia dizer que a taça estava vazia quando os lábios quentes e ardentes do homem

a pressionaram.

— Hum...

Crystal mostrou a língua.

— Espero que nosso bebê não puxe a sua boca.

— Por quê?

— É venenosa demais.

— Venenosa? — Gilson se aproximou de repente. — Então prove, para ver se é venenosa ou não.

Quando os cabelos macios

roçaram sua pele sensível, Crystal mordeu o lábio, e um gemido baixo escapou de sua boca.

Ela não deveria ter provocado aquele homem mesquinho.

— Não vou provar, eu estava errada.

— Heh, se ainda consegue falar, é porque não foi venenoso o suficiente.

...

Gilson pegou a mulher, frágil e macia, nos braços e caminhou em direção ao quarto.

— Vamos provar com calma lá dentro.

Não havia pressa, eles tinham a noite inteira.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Floresci das Cinzas