Grace teve muita dificuldade em conseguir que Vanessa saísse com ela.
Assim que se encontraram, os olhos de Grace ficaram vermelhos.
— Vanessa, eu juro que não sou a amante — disse Grace com sinceridade, o que comoveu um pouco Vanessa.
— Grace, eu não disse que não acreditava em você.
Grace fungou, com a voz embargada pelo choro:
— Você não sabe como a esposa do William é terrível. Só porque sou viúva, ela me despreza e não me deixa morar em casa. Quando volto para a casa da família, ela me trata com desprezo. A minha sogra e o meu cunhado me defenderam, e por isso ela inventou que eu tenho um caso com o William.
— Agora, ela fugiu de casa para forçar o William a ceder, e como não conseguiu, foi me difamar na internet. A Bárbara não gosta dela porque ela é uma mãe irresponsável. Uma criança de quatro anos gosta de quem a trata bem. Se a Crystal realmente fosse uma boa mãe para a filha, por que a Bárbara gostaria mais de mim?
Vanessa nunca fora mãe, mas a lógica fazia sentido.
— Espere um pouco, qual o nome da esposa do William que você disse?
Grace sentiu o coração dar um salto.
— Crystal.
— Por quê, Vanessa? Você a conhece?
Vanessa se lembrou da nova pesquisadora que havia começado a trabalhar no dia anterior, também chamada Crystal.
— Você tem uma foto dela?
Grace, vendo a seriedade em sua expressão, ficou apreensiva.
— Tenho.
Grace procurou por um bom tempo até encontrar uma foto de Crystal sozinha.
— É ela.
Como esperado. Os olhos de Vanessa se estreitaram, e seu rosto ficou sério.
— Grace, essa mulher começou a trabalhar ontem no departamento de pesquisa da nossa empresa!

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