William chegou à empresa com o rosto sombrio, quase sem acreditar no que o assistente lhe dissera.
— Deixe-me ver!
Victor entregou-lhe a intimação.
— Diretor Franco, por favor.
Com os dedos tremendo ligeiramente, William pegou o documento e viu, na linha do autor da ação, o nome "Crystal".
A respiração de William ficou pesada.
— Já perguntou ao advogado? Ela ainda é funcionária da empresa...
Victor, surpreso, o interrompeu:
— Diretor Franco, a sua esposa já pediu demissão há muito tempo.
— O senhor não aprovou pessoalmente o pedido de demissão dela?
Os olhos de William se tornaram gélidos, e ele apertou a intimação com força.
— Quando foi isso?
— Há... cerca de dez dias.
Os olhos de William escureceram como a noite, com uma chama de raiva contida.
Isso significava que, logo depois de sair de casa, ela já havia pedido demissão.
Ótimo! Ele não esperava que Crystal usasse esse método para forçá-lo a se desculpar.
— Saia!
William mandou Victor embora e ligou para a mulher.
Mas o celular de Crystal estava sempre desligado.
William se lembrou do rosto pálido de Crystal quando ela partiu... o bebê...
Será que algo aconteceu com ela?
-
A bateria do celular de Crystal havia acabado completamente. Ela o deixou carregando por meia hora antes de ligá-lo novamente.
Assim que ligou, uma enxurrada de mensagens apareceu.
Algumas de sua mãe, outras de Elisa, e o restante eram todas chamadas perdidas de William.


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