Gravidez inesperada capítulo 35

Já estou desistindo de encontrar ela, até por que pelo visto ela não quer ser encontrada, já se passaram meses, já nem sei a quanto tempo foi que a vi pela última vez, já não sei se o que sinto por ela é amor ou apenas uma dor imensurável.
Levanto mais uma vez para ir a empresa, meu pai já me ligou duas vezes para falar da minha mãe, que a mesma não está comendo, parece que já não está mais entre nós, talvez seja a consciência pesada pelos seus erros, ou apenas um drama, não sei o que pode ser, mas não estou com cabeça para pensar nisso agora.
Tomo meu banho e depois de vestir a roupa saio finalmente da minha casa, parece que ela ficou ainda mais vazia esses últimos meses, hoje o transito está agitado, talvez pelo céu está bem formado, as vezes cai galhos de árvores pela rua.
Chego na empresa e passo direto para minha sala, a noite ontem foi longa, depois de beber meia garrafa de whisky fui dormir lá pela madrugada, hoje minha cabeça está doendo e não estou com paciência para problemas hoje.
-Cancele todos os meus compromissos hoje, e não passe nenhuma ligação para mim. Digo para Ruby que me olha com atenção.
-Boa tarde para você também. Ouço ela murmurar antes de eu fechar a porta.
Reviso alguns contratos e depois beberico mais alguns goles de whisky, hoje não está tão bom como ontem anoite
Horas depois a Ruby entra sem avisar, fico olhando sua cara, ela tenta formular palavras mais nada sai de sua boca.
-Fala logo Ruby, alguém morreu? Pergunto e ela sorrir.
-Pelo contrário, vai nascer. Ela fala e eu fico tentando entender.
-Quem vai nascer? Pergunto.
-O seu bebê, uma tal de Júlia me ligou, ela está na linha. Ela fala me deixando ainda mais confuso.
-Que brincadeira é essa Ruby, volte para sua mesa e me deixe quieto. Falo me virando para olhar os prédios.
-Henry, a Isabelly está prestes a dar a luz. quando ela fala o nome dela me viro rapidamente.
-Onde ela está, com ela está? Pergunto deixando o copo encima da mesa.
-Venha, ela vai lhe explicar. Sigo ela até sua mesa, meu coração está palpitando.
Digo com receio de que seja apenas uma brincadeira de mal gosto.
nome é Júlia Evans, a Isabelly está em uma das minhas fazenda próxima a cidade, ela entrou em trabalho de parto agora pouco, eu acabei de pousar em Nova York e o único transporte disponível hoje está aí na cidade, ela precisa de você. Quando ela termina de falar eu solto a respiração
-Onde fica isso, e como posso saber que não está mentindo ou armando algo para mim. Pergunto apreensivo.
-Eu jamais brincaram com algo dessa intensidade, por várias vezes tentei fazer ela ligar, mais o medo de você está com outra pessoa lhe impediu de fazer isso, agora vá atrás da sua mulher e do seu filho seu imbecil. Ela fala e eu solto uma gargalhada, o meu dia que tinha começado ruim iria melhorar assim que eu a encontrar.
Ela me passa rodas as coordenadas, saio o mais rápido possível da empresa, pego meu carro e sigo para onde ela mandou, do lado de fora a chuva já molha todas as ruas, a água sobe quando passo com o carro, meu coração está acelerado me sinto um adolescente, mais é a melhor sensação.
O GPS indica que estou perto, quanto mais perto estou mais meu coração palpita, aquele frio na barriga está presente só quero poder ver ela, sentir seu cheiro e dizer o quanto eu a amo, poder segurar nosso bebê, sim eu me considero o pai, mesmo sabendo que o pai de sangue é meu irmão.
Isabelly
pra caramba, acho que não vou querer mais passar por isso
cama, por o tempo que está assim talvez já esteja perto de
Falo quando sinto mais uma contração.
as pernas querida, deixe eu ver se ele já está aparecendo. Tiro minha calcinha e abro as pernas do jeito que ela me
barulho na porta, ela vai ver o que se trata e mais uma contração vem, grito alto e não sei se estou tendo viasagem ou s reaumente é o Henry na
-Henry. Digo baixo.
estou aqui meu amor e não vou deixar você escapar nunca mais. É ele, ele está aqui
como se meu corpo estivesse sendo rasgado