Antônio manteve um olhar sombrio por um instante, mas permaneceu sincero: "Não tem problema, já aconteceu isso antes. Depois que a vovó e os outros perceberem que a gente não tem essa intenção, o entusiasmo deles vai diminuir."
Empurrando o bolo na direção de Cecília, ele disse: "Já que trouxe, fica pra você. Pode dividir com os colegas de trabalho e comer como um lanche da noite."
Cecília recusou, mas Antônio insistiu: "Pega logo, ué! Mesmo que a gente não seja namorados, ainda somos amigos, né? É só um bolo. Eu não gosto de doce, se você não aceitar, vou ter que jogar fora." Antônio pegou a mão de Cecília e colocou o bolo nela, dizendo: "Vai, volta pro trabalho, não deixa atrasar."
Diante da insistência, Cecília não recusou mais: "Obrigada, e manda um agradecimento para a vovó!"
Mais tarde, Carlos e Rodrigo avistaram Cecília e Antônio à beira da estrada. Antônio entregava o bolo a Cecília com um sorriso caloroso. Rodrigo olhou sem pensar muito e viu a cena.
O rosto bonito de Antônio não demonstrava emoção. Ele logo se virou, indo em direção à entrada do Baunilha Azul. Carlos percebeu a expressão de Rodrigo, incerto se ele realmente não se importava ou se estava disfarçando bem, mas não disse mais nada e entrou com ele.
Enquanto Cecília aguardava o elevador subir do subsolo, as portas se abriram revelando Juan Romero, seu rosto bonito e travesso expressando surpresa: "Oi, Ceci!"
Com várias pessoas ao redor, os olhares caíram sobre Cecília, vestida com o uniforme do Baunilha Azul, cheios de curiosidade, desprezo e inveja...
Prestes a desistir e pegar outro elevador, Cecília foi repentinamente puxada por Juan para dentro do elevador, evitando assim atrapalhar quem estava subindo.
Sem querer discutir com Juan naquela situação, Cecília recuou sem expressão para dentro do elevador.
Juan notou o bolo em sua mão e comentou: "Foi comprar bolo no meio do expediente? Não jantou à noite?"
Evitando conversa, Cecília respondeu com voz fraca: "Pode ficar todo pra você!"
Cecília respirou fundo, tentando manter a calma: "Me solta!"
"De jeito nenhum!" respondeu Juan, olhando-a fixamente.
Cecília se lembrou do homem indiferente que tinha visto do lado de fora e sentiu uma irritação crescente. "Eu vou falar mais uma vez, me solta!"
Juan a desafiou: "O que é? Quer me bater?"
Cecília não queria causar problemas no local de trabalho e resistiu à tentação de reagir com agressividade. Então, com um olhar gélido, torceu o braço de Juan, avisando friamente: "Juan, não me provoque mais, senão eu não vou ser educada com você!"
Mesmo com dor, Juan manteve um sorriso travesso: "Amor, o bolo caiu, me solta primeiro!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Amei a narrativa envolvente do livro e dos diversos romances envolvidos... Parabéns a mente que produziu está belíssima obra❤ A história é longa, porém vivencia-lá não foi cansativo🎉 A espera de mais livros deste autor🎉...
Esse capítulo o tradutor voou, não tem Fernanda , nem Antônio, deve Elda e Carlos....
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...