Kléber correu até eles. "Não faça isso, você pode acabar com queimaduras de frio!"
Marina imediatamente tirou a mão, sacudiu a neve e perguntou: "Como está o trabalho de desobstrução?"
"Está muito difícil porque já escureceu e não conseguimos enxergar direito," respondeu Kléber, ofegante.
Marina ofereceu-lhe sua garrafinha de água. "Melhor esperar pelo trator de resgate."
Naquele momento, não havia espaço para formalidades. Ele tomou dois goles e devolveu a água para Marina. "Está tudo certo, mexendo um pouco o corpo o frio nem incomoda tanto!"
Marina voltou a ajudar por mais alguns minutos até ouvir Kléber falando ao telefone.
Logo ele retornou, com o rosto carregado de preocupação. Marina se aproximou e perguntou: "O que houve?"
Kléber respondeu: "O pessoal do resgate disse que outros lugares também foram atingidos pela nevasca. Tem carro que ficou preso sob pedras e a situação lá é mais urgente. Eles desviaram para lá e pediram para esperarmos."
Marina perguntou: "Vamos ter que esperar quanto tempo?"
Kléber balançou a cabeça lentamente, sem dizer nada.
O coração de Marina afundou.
Sem o trator, desobstruir a estrada só com esforço humano era praticamente impossível. O frio era intenso, eles não aguentariam até o amanhecer!
Kléber olhou para as pessoas que trabalhavam arduamente e disse em voz baixa: "Ainda não conte para eles."
Marina entendeu o que ele queria dizer. Todos ainda acreditavam que o resgate viria; essa esperança dava ânimo ao grupo. Se soubessem que talvez não viessem, o desespero poderia tomar conta.
Marina sugeriu: "E se voltássemos para a vila?"
Alguém perguntou baixinho: "Por que o resgate ainda não chegou? Será que desistiram?"
"Impossível! Eles sabem que estamos aqui. Não vão nos deixar congelar até a morte!" respondeu outro, já impaciente, em voz alta.
Kléber tentou reunir o grupo para buscar lenha, mas as montanhas da região eram de pedra, não havia quase árvores, e os poucos galhos eram difíceis de encontrar. Com a neve, o terreno estava escorregadio e perigoso.
A lenha já não era suficiente para manter duas fogueiras acesas. Só os mais frágeis podiam ficar perto do fogo; os outros se abrigavam como podiam dos ventos.
Alguns tentaram se esconder no carro, mas logo saíram tremendo de frio, pisando forte no chão e resmungando: "Caramba, como pode estar mais frio dentro do carro do que aqui fora?"
No carro, sem poder se mexer, o frio parecia ainda pior.
Marina se aproximou e cedeu seu lugar perto da fogueira para dois deles. "Venham se aquecer um pouco!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Amei a narrativa envolvente do livro e dos diversos romances envolvidos... Parabéns a mente que produziu está belíssima obra❤ A história é longa, porém vivencia-lá não foi cansativo🎉 A espera de mais livros deste autor🎉...
Esse capítulo o tradutor voou, não tem Fernanda , nem Antônio, deve Elda e Carlos....
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...