Ainda se abraçaram por mais um tempo. Marina então se levantou, seus olhos brilhantes e marejados fixos nele, e disse: "Não fiquemos mais aqui, vamos voltar!"
"Sim, amanhã cedo eu venho para cá," respondeu Bosque, com os lábios finos e avermelhados, o olhar reluzente como estrelas, transbordando ternura e relutância ao encará-la.
Ele falou como se fosse sair, mas não se moveu; apenas ficou olhando para ela.
Marina olhou para o quintal atrás de si, mordeu os lábios e, de repente, segurou a mão de Bosque, puxando-o para dentro do quintal.
Bosque se surpreendeu: "Minha sereia?"
Marina virou-se para ele, o brilho dos olhos escondendo determinação: "Fique esta noite!"
Bosque riu baixo, o olhar repleto de doçura: "Seu avô não vai gostar disso."
Marina arqueou a sobrancelha, sorrindo com vivacidade: "Está tão tarde, ainda nevando… É costume receber hóspedes assim, é uma questão de educação."
Depois, com um toque de travessura, completou: "Ele já está dormindo, não vai nem saber!"
Dito isso, puxou Bosque para dentro de casa, fechou a porta suavemente atrás de si e o conduziu para o interior.
Bosque a seguiu, e sob a luz do quintal, viu as orelhas dela avermelhadas de frio, parcialmente cobertas pelos cabelos soltos. Seu coração se enterneceu e ele decidiu não se importar com mais nada.
Estava disposto a suportar qualquer bronca, desde que pudesse ficar ao lado dela.
Marina andava rápido e leve, atravessou o quintal, passou pela sala e subiu direto ao segundo andar, o coração batendo acelerado, como uma ladra.
Bosque, ao ver seu jeito, só conseguia sorrir.
Quando entrou com Bosque no próprio quarto, fechou a porta cuidadosamente e só depois de não ouvir nenhum ruído lá fora, soltou um longo suspiro de alívio.
Bosque se virou, encostou-a na porta, segurou suavemente seu queixo e a beijou.
Marina, apoiada na porta, ficou na ponta dos pés para corresponder.
Era como um casal apaixonado que acabara de fazer as pazes após uma briga, o sentimento parecia ainda mais intenso, e queriam ficar juntos o tempo todo.
Bosque fez-se de desentendido: "Foi minha esposa quem me deu!"
Marina sorriu em silêncio, sentindo o coração transbordar de ternura.
Depois de aplicar o remédio, Bosque assoprou suavemente e perguntou: "Que horas são? Está com sono?"
Marina olhou para o relógio no criado-mudo: "Já são quase três da manhã!"
Bosque suspirou levemente, soltando-a devagar: "Deite um pouco, vou tomar um banho."
Marina assentiu com leveza.
Bosque ainda beijou seu rosto: "Me espere, já volto."
Marina ficou corada, mas com naturalidade, indicou a ele em qual armário estava a escova de dentes nova.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Amei a narrativa envolvente do livro e dos diversos romances envolvidos... Parabéns a mente que produziu está belíssima obra❤ A história é longa, porém vivencia-lá não foi cansativo🎉 A espera de mais livros deste autor🎉...
Esse capítulo o tradutor voou, não tem Fernanda , nem Antônio, deve Elda e Carlos....
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...