À tarde, quando Bosque despertou, já estava em uma cama de hospital.
Era uma suíte VIP; do lado de fora, na sala, Dona Felipe conversava com o médico.
O médico advertiu com seriedade: "De jeito nenhum pode voltar a beber!"
Dona Felipe assentiu: "Sim, eu vou ficar de olho nele."
Depois que o médico saiu, Dona Felipe percebeu que Bosque tinha acordado. Ela se aproximou e acariciou seus cabelos com ternura: "Como está se sentindo?"
Bosque olhou para a agulha em sua mão e falou com voz rouca: "Não dá para tirar isso?"
Dona Felipe apressou-se em explicar: "É só soro, você está muito debilitado!"
Bosque não disse mais nada.
Dona Felipe comentou: "O Rodrigo e o Carlos ficaram o tempo todo aqui com você. O telefone deles não parava de tocar, então pedi para que fossem embora por enquanto. Acabaram de sair."
Bosque abaixou os olhos: "Diga a eles que estou bem."
Dona Felipe segurou a mão dele e, com a voz embargada, assentiu: "Está bem, vou ligar daqui a pouco."
André chegou trazendo o jantar e pediu para Dona Felipe ir comer primeiro.
Ele se aproximou do leito e disse a Bosque: "Seu avô e a família de Alfaro já conversaram. Marina será enterrada no jazigo da família Felipe, como sua esposa."
"Obrigado. Agradeça ao vovô por mim!" respondeu Bosque. "Não conte a ele que estou no hospital."
"Não contei, seu avô também está muito abalado esses dias." André nunca tinha conversado de maneira tão calma com o próprio filho. Sentiu-se um pouco constrangido naquele momento, como se quisesse confortá-lo, mas não soubesse como. Apenas murmurou: "Vai passar."
Depois de um longo tempo, Dona Felipe se desvencilhou e subiu lentamente as escadas.
À noite, Marta acendeu um incenso calmante, mas Dona Felipe ainda assim não conseguiu dormir. Preocupada com Bosque, levantou-se, vestiu-se novamente e pediu ao motorista que a levasse de volta ao hospital.
Já era quase madrugada. No quarto, Bosque estava sozinho; ele havia saído da cama e se sentava imóvel em uma cadeira, olhando para a noite lá fora.
O coração de Dona Felipe pesava. Ela se aproximou em silêncio e ficou atrás dele: "Por que ainda não está dormindo? O médico disse que você precisa descansar."
Bosque olhou para trás: "Por que a senhora voltou?"
Dona Felipe fitou-o com carinho, sem dizer nada.
Bosque abaixou os olhos: "Não consigo dormir. Quando fecho os olhos, vejo a Marina. Ela me diz que está com frio."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Esse capítulo o tradutor voou, não tem Fernanda , nem Antônio, deve Elda e Carlos....
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...
O livro acabou no capítulo 5515 ....