Elda, que estava tendo um banho relaxante em casa, estremeceu ao ouvir alguém forçar a porta. Rapidamente vestiu-se e perguntou com voz fria, "Quem é?"
A pessoa do lado de fora emudeceu, insistindo em empurrar a porta, chegando até a bater com força.
A cadeira que bloqueava a entrada se moveu um pouco, e a água que estava em cima começou a se espalhar.
Elda correu até a porta para segurá-la e perguntou novamente, "Quem está aí?"
Do outro lado, houve uma pausa e, com um tom de surpresa forçado, a voz se fez ouvir, "Elda, é você aí dentro? Pensei que a porta estava com defeito de novo! Minha cueca está pendurada ali, você viu? Me ajuda a pegar!"
Com raiva e medo, Elda respondeu secamente, "Sai daqui que eu já estou saindo!"
"Mas eu preciso dela agora, deixa eu entrar um pouquinho!"
Afonso, com um sorriso brincalhão, continuou a empurrar a porta com mais força.
Elda, resistindo com todas as suas forças, disse tremendo, "Se não sair agora, vou chamar a polícia!"
Afonso não acreditava que Elda estava com o celular enquanto tomava banho e, sem dizer mais nada, aplicou ainda mais pressão na porta.
A porta começou a fazer um barulho estridente devido aos trancos, e Elda tentava manter a calma enquanto olhava ao redor do banheiro em busca de algo para se defender.
Jandira, com certeza, tinha saído, e Afonso estava aproveitando a oportunidade para agir descaradamente. Elda sabia que só podia contar consigo mesma.
Seu celular estava em cima da pia, e se ela fosse pegá-lo teria que se afastar da porta, o que daria a Afonso a chance de entrar. Ela estava coberta de suor frio e prestes a gritar quando o celular, inesperadamente, começou a tocar.
Alguém estava ligando para ela!
No silêncio do banheiro, o som do toque era estridente.
Afonso, surpreso por Elda realmente ter um celular consigo, parou de empurrar a porta e se afastou.
Desligou o telefone, afastou a cadeira, abriu a porta apenas uma fresta para verificar se Afonso tinha ido embora e correu de volta ao seu quarto.
Só depois de trancar a porta do quarto, suspirou aliviada e olhou pela janela. O carro de Bosque realmente estava lá embaixo.
Ela secou o cabelo, trocou de roupa e saiu.
Afonso não estava na sala, o que fez Elda relaxar. Ela saiu apressadamente.
Bosque saiu do carro assim que a viu e, franzindo a testa com um sorriso, disse, "Acabou de sair do banho e já veio correndo com o cabelo molhado?"
"Não tem problema!" Elda balançou a cabeça, confusa, e perguntou, "O que você está fazendo aqui?"
"Vim resolver umas coisas e aproveitei para te ver!"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Esse capítulo o tradutor voou, não tem Fernanda , nem Antônio, deve Elda e Carlos....
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...
O livro acabou no capítulo 5515 ....