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Do lado de fora do quintal, Nico estacionou o carro e, ao ver o carro de Leocádia ao lado, esboçou um leve sorriso nos lábios e entrou rapidamente no quintal.
"Pare aí!"
O velho Sr. Castro, que estava na cozinha, viu Nico e logo saiu pela porta dos fundos para impedi-lo. "Por que você voltou pra casa?"
Nico abriu um sorriso. "Ué, preciso de motivo pra voltar pra minha própria casa?"
O velho Sr. Castro ainda estava com o avental amarrado na cintura e segurava uma espátula na mão, comandando Nico: "Vai lá no jardim afofar a terra pra mim. Depois vê se conserta a escada. Uns dias atrás quebrei ela de novo!"
"Aquela escada já foi consertada tantas vezes, troca logo por uma nova. E se você cair? Esses seus ossos valem mais que a escada!" Nico brincou.
"Eu sei o que estou fazendo, só vai consertar a escada!" apressou o velho Sr. Castro.
O olhar de Nico brilhou e ele olhou para dentro da casa. "Tem gente aí? Meu irmão e a Leocádia?"
"Não, apresentei um namorado pra Tânia, é o Valdemar, filho do seu tio Faria. Estão conversando na sala, não vai lá atrapalhar." O velho Sr. Castro, fazendo papel de casamenteiro pela primeira vez, estava visivelmente orgulhoso.
Nico ficou surpreso. "Pai, você está ficando doido?"
O velho Sr. Castro se irritou. "Que jeito de falar com teu pai é esse?"
Nico lançou outro olhar para dentro da casa, com um sorriso de canto de boca. "Valdemar não estava ainda no Exército?"
"Já foi transferido, agora trabalha na Prefeitura." O velho Sr. Castro explicou.
"Bom, tomara que a Tânia goste dele!" Nico comentou, com um tom ambíguo.
"Valdemar não é ruim, não. É bonito, tem um bom emprego, e eu vi ele crescer, conheço bem o caráter." O velho Sr. Castro falou sério.
"Bonito? Mais bonito que seu filho aqui?" Nico ergueu as sobrancelhas, provocando.
"Faz quase uma semana." Valdemar respondeu com o mesmo sorriso afetuoso. "Esses dias ainda encontrei o Iván."
"Sente-se!" disse Nico. "Considere-se em casa, fique à vontade!"
"Claro, nunca me senti estranho aqui." Valdemar conversou com Nico, depois olhou para Tânia e explicou sorrindo: "Quando minha mãe estava grávida de mim, ela tinha um desejo enorme de comer pimenta. Todo mundo achava que eu seria menina, o tio Castro já tinha decidido que seria meu padrinho. Aí, quando nasci menino, ele ficou decepcionado e desistiu de ser meu padrinho."
Nico lançou um olhar para Tânia e disse, rindo: "Talvez a Tânia preferisse mesmo que você fosse menina!"
Os outros não entenderam a intenção, mas o rosto de Tânia escureceu levemente.
"Meninas têm mais assunto em comum?" perguntou Valdemar.
Tânia respondeu, séria: "Gênero não importa."
Mas Nico a encarou, com um sorriso enigmático: "Não importa mesmo? Tanto faz ser homem ou mulher?"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...
O livro acabou no capítulo 5515 ....
Tem fim essa estória? Quase congelei no início do cap. 936. Já ia desistir......