"Só estávamos conversando com a Srta. Azaléia, em plena luz do dia, o que poderíamos fazer?”
"Se não estiverem tranquilos, fiquem esperando do lado de fora!”
Mesmo assim, os dois policiais não se mexeram. Sra. Luasa começou a se irritar: "Querem mesmo que eu telefone para o Diretor Barbosa?”
Leocádia falou com voz calma: "Existe algo que não possa ser perguntado na frente da polícia? Acho que não! Com ou sem a presença deles, o que eu disser será igual. Podem perguntar o que quiserem!”
O policial concordou: "A Srta. Azaléia está certa!”
O olhar frio de Sra. Luasa recaiu sobre Leocádia e ela soltou um riso sarcástico: "Você, mocinha, é articulada, sabe agradar, deve ser muito querida lá na unidade, não é? Por isso vive usando suas vantagens para isolar e pressionar os outros colegas.”
O policial imediatamente advertiu: "Sra. Luasa, esse tipo de pergunta induzida não está de acordo com as normas.”
Sra. Luasa fechou a cara: "Eu disse alguma coisa? Vocês nem conhecem a Srta. Azaléia e já tomam o partido dela. Dá pra ver bem como ela costuma manipular os outros contra minha filha!”
Leocádia ficou em silêncio.
Ela sentiu que a Família Luasa tinha perdido completamente a razão.
Então era isso: eles achavam que Ana tinha sido isolada e pressionada, o que a levou a cometer suicídio.
No meio desse impasse, a porta do quarto se abriu de repente. Um homem, transmitindo uma aura fria, apareceu do lado de fora, mirando Leocádia antes de entrar.
O coração de Leocádia bateu descompassado ao ver Iván, mas logo ela se acalmou.
Ela não tinha medo de nada, mas, com ele ali, sentiu-se segura!
O policial se levantou e perguntou: "O senhor é?”
Iván puxou uma cadeira e sentou-se ao lado de Leocádia, sua voz firme e reconfortante: "Não se preocupe, diga tudo o que lembrar.”
Leocádia olhou nos olhos escuros dele e sentiu-se em paz, acenando levemente com a cabeça.
O policial começou a tomar notas: "Srta. Azaléia, disseram que você e a falecida tiveram conflitos, até discussões. Pode explicar em detalhes?”
A voz de Leocádia era firme: "Eu e Ana não tínhamos proximidade. Só nos apresentamos de longe em uma reunião, e o que houve depois nem chega a ser chamado de conflito.”
Ela começou relatando o episódio do roubo de artefatos por Lucca, e depois explicou sobre a esposa de Lucca ter barrado o caminho naquele dia, e Ana, impulsivamente, ter dito seu nome.
"Naquele momento, eu estava dentro do carro, não tive contato direto com Ana. Depois disso, nem eu, nem meus amigos, nem minha chefe procuramos Ana por causa desse assunto. Podem investigar se o que digo é verdade!”
Sra. Luasa franziu a testa e encarou Leocádia, deixando claro que duvidava de suas palavras.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Jogos de Sedução da lua: Despertar do Desejo
Amei a narrativa envolvente do livro e dos diversos romances envolvidos... Parabéns a mente que produziu está belíssima obra❤ A história é longa, porém vivencia-lá não foi cansativo🎉 A espera de mais livros deste autor🎉...
Esse capítulo o tradutor voou, não tem Fernanda , nem Antônio, deve Elda e Carlos....
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Gostei muito mesmo só achei desnecessário tentar adaptar o Brasil,cidades e comidas típicas no meio e a repetição de alguns nomes ou de quem nem estava naquele quadro. Fora isso amei toda a história de todos Q enfrentaram dificuldade para realizar o sonho do amor verdadeiro acompanhados pela lua na maioria das noite. Parabéns ao autor...
Não vai ter continuidade? Yoyo é vicente não terá estória?...
Alguém sabe o nome Chinês desse romance?...
Ainda continua ou já terminou!!!??...
Livro é bom, mas já está um bom tempo pra liberar os capítulos 5514 e os próximos, estão pedindo pra comprar as moedas pra continuar lendo🙄...
Alguém sabe como acha o livro físico? Link?...
Forçaram em querer colocar o Brasil na história. kkkk...