Edite conseguiu resolver tudo com uma eficiência impressionante. Parece que, como Branca havia dito, Davi realmente investiu pesado desta vez.
Edite afastou esses pensamentos e dirigiu-se para o estúdio.
Ao chegar, foi recebida pelo pequeno golden retriever que a aguardava ansioso na entrada.
"Au, au!"
Edite se agachou para acariciar a cabeça do cãozinho.
"Edite!"
Andreia se levantou de sua mesa de trabalho. "Alguém trouxe um buquê de rosas para você. Deixei na sua mesa."
Rosas?
Edite ergueu o olhar para Andreia. "Alguém disse quem enviou?"
"Não, mas parece que tem um cartão!"
"Ok, vou ver."
Edite entrou em seu escritório.
Sobre a mesa, havia um grande buquê de rosas azul-gelo.
Edite aproximou-se, pegou o cartão e o abriu:
[Quando te vi pela primeira vez, seus olhos brilhavam como estrelas, e desde então plantaram um universo no meu coração.]
No canto do cartão, lia-se 'Sr. Fortes'.
Edite franziu a testa, jogou o cartão no lixo e saiu com o buquê nos braços.
"Andreia, leve essas flores para o café no térreo."
Andreia parecia relutante. "Vai jogar fora essas rosas tão lindas?"
"Você gosta?" Edite ofereceu as flores para ela. "Pode ficar com elas, se quiser."
Andreia balançou a cabeça. "Isso foi claramente enviado por um admirador seu, Edite. Não posso aceitar!"
"Eu não me interesso por flores. Leve para o café. Eles sempre precisam de arranjos."
"Está bem!"
Andreia, carregando o buquê, cruzou com Emerson, que acabava de chegar.
"Sr. Guedes, bom dia!"
Emerson lançou um olhar para as rosas nas mãos de Andreia. "Recebeu flores, Andreia?"
"Não, são da Edite."

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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Laço de Sangue? Laço de Mentira!
Ah não oooo. Por favor, postem mais. Esse livro é ótimo...