O tempo foi passando, segundo a segundo.
Sete dias se passaram, e Rita finalmente foi "liberta".
Cristiano mandou buscá-la de volta para a Mansão Rosa.
Ela estava visivelmente mais magra, seus ossos se destacavam sob a pele, e as roupas pendiam frouxas em seu corpo.
Um traço de dor passou rapidamente pelos olhos de Cristiano.
Rita mordeu o lábio inferior; lágrimas brotaram antes mesmo que pudesse dizer qualquer palavra ao olhar para Cristiano.
Ela estendeu a mão para abraçá-lo, mas Dona Evelise apareceu empurrando Chica.
Chica já imaginava que Tiazinha tentaria dar ao papai um "abraço ocidental", então pediu especialmente para Dona Evelise trazê-la para impedir.
"Tiazinha." Chica falou rápido e aflita.
Rita se assustou e recolheu imediatamente a mão que havia estendido.
Chica ainda se lembrava do que os colegas haviam dito: além da mamãe, ninguém podia abraçar o papai…
"Querida, o seu pé melhorou? Eu estava morrendo de saudades." Rita se agachou para abraçar Chica.
Dona Evelise puxou a cadeira de rodas para trás.
Rita caiu no vazio e foi ao chão.
"A Srta. Santos deve estar com as pernas fracas de tanto ajoelhar, não é? Ainda bem que tirei a menina do caminho, senão teria caído em cima dela."
Dona Evelise falou com ironia.
Ela realmente já não queria mais trabalhar ali; já havia pedido demissão a Cristiano, que não aprovou.
Por isso, não pretendia mais poupar Rita, aquela falsa santa; afinal, o dinheiro economizado nesses anos já bastava para uma aposentadoria tranquila.
"Você… que tipo de atitude é essa?"
Rita ainda estava no chão, sem se levantar.
Cristiano falou, irritado: "Chega de confusão. Dona Evelise, leve a Chica de volta para o quarto."

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