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Louca? Vocês Ainda Não Pagaram! romance Capítulo 315

Cristiano pegou o celular, sem muita esperança, e com um número novo ligou para Hera.

O celular de Hera ainda estava no banheiro, e ela não ouviu a vibração.

Cristiano mandou outra mensagem para Hera, mas ninguém respondeu.

O pessoal da administração do condomínio Vila Joia foi extremamente grosseiro com Cristiano, nem se dignaram a ajudá-lo a ligar para o interfone do apartamento de Hera.

O tempo escorria, segundo após segundo.

Chica chorou tanto que ficou rouca, sem conseguir emitir nenhum som.

Naquele dia, ficou na chuva, caiu no chão, se molhou de novo, e a emoção intensa a deixou com febre alta e desmaiada.

Por sorte, desmaiou só por alguns segundos.

Quando Cristiano percebeu que havia algo errado, imediatamente colocou Chica no carro e correu para o Hospital Luz Anjo.

*

Depois de terminar o churrasco, Hera abriu a janela para arejar o ambiente; não se importou com a chuva entrando, pois gostava do cheiro da natureza.

Quando voltou à sala de jantar para recolher a louça, Robson a segurou no sofá.

"Não quero que você mexa em nada. Só senta aqui, assiste uns vídeos, vê uma novela."

Hera perguntou, desconfiada: "Por que tenho a impressão de que você está me tratando como inútil?"

"De maneira nenhuma!"

Queria mimá-la, só faltava ela dar essa chance! Robson pensou, mas não disse nada.

Em voz alta, falou: "É para mostrar para a Glória."

Glória, que tirava livros da mochila para estudar e recitar poemas, olhou curiosa para Robson: "Mostrar o quê?"

Robson ajeitou os óculos e disse: "Mostrar que faço as tarefas de casa... Se um dia você se casar, diz para ele que aqui em casa é o papai que faz tudo."

Glória respondeu: "Ah."

Ao pensar que Glória um dia se casaria, Hera sentiu uma forte onda de relutância.

Sem pensar, disse: "Melhor não casar, Glória... Seria melhor se você nunca casasse..."

Logo se deu conta de que estava indo longe demais, se intrometendo demais na vida de Glória.

Hera riu sem graça e apertou os lábios.

Robson se ajoelhou num dos joelhos, ficando na altura de Hera.

"Acha que é ruim casar?"

Hera viu claramente seu reflexo nos olhos escuros de Robson. Ficou um pouco nervosa, mas ainda assim respondeu com sinceridade: "Eu... não vou me casar de novo."

Discretamente, ela olhou para ver a reação de Robson.

Como se já esperasse por isso, Robson ergueu a mão e bagunçou os cabelos dela, como fazia com Glória.

"Tudo bem, então não casa."

Disse apenas isso, depois se levantou para limpar a mesa e lavar a louça.

As roupas estavam limpas e confortáveis. Ele sabia cuidar das pessoas. Tinha uma suavidade "lapidada pela vida".

Hera olhava para Robson e via nele a personificação do "marido ideal".

Como um edredom aquecido ao sol no inverno: macio, fofo, acolhedor.

Quando alguém come e bebe o suficiente, vem o tédio e, com a mente relaxada, o sono chega depressa.

Talvez pelo ritmo calmo da recitação de Glória, talvez pelo cansaço acumulado enquanto cuidava de Chica, Hera sentiu o coração em paz, se aninhou no sofá e adormeceu profundamente, com a respiração suave.

Robson lavou as mãos e foi até o sofá.

"Psiu!"

Glória fez sinal de silêncio, apontando para Hera: "Mamãe dormiu."

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