Localizada em um penhasco rochoso na Ilha Jansu, uma mansão feita de tijolos e janelas com grades olhava o mar.
A mesma propriedade ficava a quilômetros de distância da quase deserta cidade na ilha.
A mansão era cercada de segurança, guardando a propriedade de hospedes indesejados. Era a casa mais bem protegida da ilha.
A ilha Jansu era conhecida por ondas altas e fortes, regularmente inundando a costa. Isso resultou em diversos pescadores perderem suas casas e eles foram deixando a ilha em busca outras de novas possibilidades. Os que ficaram moravam para dentro da mata, longe do mar.
Era uma das ilhas mais remotas do pais, e raramente se viam barcos por lá.
De dentro da mansão, um homem olhava pelas janelas fechadas, segurando um telefone nas mãos. Ele tinha cabelos pretos, um corpo esculpido, e pele bronzeada. Tinha cerca de 1.70 metros.
Seus braços tinham marcas de queimadura, sugerindo que ele havia sido exposto ao fogo alguns anos atrás.
O mesmo homem respirou fundo e falou ao telefone, “Catherine, certifique-se de que não está sendo seguida. Caso contrário, nós dois estamos correndo riscos. Temos que ser muito cuidadosos.”
“Eu não serei seguida, e para que o cuidado? Winfield já se divorciou de mim! Ele não liga para mim. Eu e minha filha não temos nada agora! Não temos outra escolha a não ser pedir sua ajuda! Não temos nenhum lugar para ir.” Catherine disse do outro lado da linha, “Te vejo em três dias.”
“Catherine, lembre! Ela é Elizabeth agora. Não faça confusão,” disse o homem. “E não desperte memórias antigas ”
“Tanto faz, Blake. Não se preocupe, terei cuidado.” Disse Catherine antes de desligar.
Depois de manter o telefone no bolso por algum tempo, Blake Taylor respirou fundo. Ele fechou os olhos e suspirou, “Eu espero que ela não me traga problemas.”
Se virando, ele pegou um vidro de remédios e saiu da sala, andando alguns metros opostos à onde ele estava antes. Ele parou em frente a porta de um quarto guardado por dois homens, um de cada lado da porta.
Ele se virou para o homem mais velho e perguntou, “Ela acabou o café da manhã?”
“Deve ter acabado, senhor. Faz quase duas horas que as criadas trouxeram a refeição dela,” respondeu o segurança.
Ele balançou a cabeça e bateu na porta, dizendo, “Elizabeth, estou entrando.”
“Um, tudo bem,” uma voz feminina respondeu.
Blake entrou no quarto apenas depois de ouvir uma confirmação.
Assim que ele entrou, ele escaneou o quarto e viu a mulher que ele chamava de Elizabeth. Ela estava sentada em sua pequena mesa de café, tomando café.
A mulher aparentava ter seus cinquenta anos. Ela tinha olhos bem azuis e cabelos dourados. Ela era pequena e sua pele bem clara.
Como Blake, ela tinha cicatrizes de queimaduras no braço e um pouco na bochecha. Mesmo assim, apesar das marcas no rosto, ela ainda era linda.
A mulher forçou um sorriso no rosto dela e perguntou, “Sim, Blake?”
Blake olhou para os pratos dela e sorriu. Ele disse, “É bom que esteja comendo. Mas deveria se alimentar melhor, Elizabeth.”


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe, cadê o papai?
Meu Deus o livro estava concluído gente cadê o restante...
Cadê o fim!...