Winfield sentiu seu mundo desmoronar depois de ouvir as palavras de Blake.
A segunda mulher com quem se casou aparentemente era responsável pelo desaparecimento de Sarah!
Naquele momento, tudo que ele podia sentir era ódio. Ele odiava a si próprio e à mulher que destruiu sua família. No seu íntimo, imaginava, “Como poderia contar a Sarah?”
Havia conflito em suas emoções, ele era incapaz de encontrar palavras para se explicar. Por hora, tudo o que podia fazer era aliviar a dor dela.
Ele permaneceu ali abraçado a esposa encostada em seu peito para que ela pudesse derramar todas as lágrimas. Depois de apaziguar Sarah, ele disse baixinho “Sarah, sinto muito. Eu deveria ter visto isso. É tudo minha culpa.”
Sarah não respondeu.
Depois de todo choro naquela manhã, seu coração entorpeceu. Ela poderia dizer o mesmo sobre seu marido. Afinal de contas, há muito ela havia expressado como ela não gostava de Catherine, e como esta se sentia atraída por Winfield. Mas, entretanto, a única coisa em que ela pensava era sua filha. Ela queria ver Samantha.
Por alguns segundos, ela olhou para o chão. Antes de voltar o olhar para Winfield, com uma voz uma frágil, ela implorou:
“Eu quero ver Sammy! Eu quero ver minha filha!”
Winfield balançou a cabeça e disse, “Estaremos lá em dois dias. Só precisamos fazer uma parada no campo militar mais próximo.”
“Sarah, eu preciso cuidar de algumas coisas e limpar o caminho antes de partirmos daqui,” disse Winfield.
“Fique com Hank enquanto isso.”
Referindo-se ao seu mais confiável tenente, Winfield ordenou, “Hank, fique com minha esposa.”
“Sim Senhor, entendido.” Hank respondeu.
Winfield agarrou Blake do chão e colocou algemas em seus punhos. Somente depois saiu pela porta, com Blake andando a sua frente.
Quando mais alguns de seus homens subiram para o segundo andar, relataram que “toda área ao redor está segura, general.”
“Bom, levem este prisioneiro e prendam-no. Eu preciso encontrar duas pessoas” disse Winfield antes de entregar Blake.
Para um outro soldado ele instruiu, “Por favor, leve minha esposa para o helicóptero e espere por mim até eu voltar.”
“Sim, senhor!”
Um dos soldados prosseguiu e o ajudou a vasculhar todos os quartos do segundo andar. Após encontrarem apenas alguns empregados escondidos, ele se dirigiu ao terceiro andar.
Winfield chutou todas as portas pelas quais passava, esperando encontrar o principal culpado.
À uma distância ele percebeu uma porta aberta e alguém espiando através dela.
Catherine saiu do quarto com os olhos marejados. Ela começou a andar em direção a Winfield e encenou, “Winfield, você... você veio nos salvar?”
“Blake, ele nos trouxe para esta mansão, e chegando aqui encontrei Sarah! Ela está viva, Winfield, é terrível... Ahhh!” Antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, um tapa sonoro acertou seu rosto.
Isso fez com que Annie também viesse para fora do quarto e dissesse “Pai?”
Ignorando Annie, Winfield foi direto ao pescoço de Catherine, tentando enforca-la com as próprias mãos.
Com os olhos faiscando de raiva, Winfield disse “Você! Não imaginei que você seria uma bruxa! Você planejou para que Sarah morresse! Você fez tudo isso e destruiu minha família!”
“Papai, não! Não por favor!” Annie implorava chorando a Winfield, tentando agarrar seu braço.
Winfield olhou para Annie e gritou “Eu não sou seu pai, eu nunca fui!”


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe, cadê o papai?
Meu Deus o livro estava concluído gente cadê o restante...
Cadê o fim!...