Ao desligar o telefone, Elisa entrou no carro com o celular na mão. Orlanda observou suas costas, querendo chamá-la, querendo dizer algo, mas, após hesitar, acabou não dizendo nada.
Vendo aquilo, Elisa começou a soluçar ainda mais, as lágrimas caindo sem parar, e chorando pediu ao motorista que partisse.
Até chegar à mansão, as lágrimas em seu rosto ainda não tinham secado.
Parecia que ela tinha parado de chorar, mas estava visivelmente abatida e infeliz.
Patrick saiu do saguão assim que ouviu o som do carro. Ao vê-la com aquela expressão atordoada de quem havia chorado muito, abaixou-se para pegá-la no colo, limpou o rosto manchado de lágrimas e perguntou:— Está com tanta raiva assim da mamãe?
Elisa já tinha parado, mas ao ouvi-lo mencionar Orlanda, voltou a chorar.
Mas era um choro silencioso, apenas com as lágrimas escorrendo.
Ela levantou o rostinho, enxugando as lágrimas, e disse:
— Eu... eu não estou com raiva dela. Eu... eu só...
— Só o quê? — perguntou Patrick.
Elisa virou o rosto, fazendo bico enquanto chorava:
— A mamãe... a mamãe não me ama. No coração dela, tudo é mais importante do que eu...
Por isso ela sempre colocava outras coisas na frente dela.
Por isso não cumpria o que prometia.
Ela realmente não estava com raiva da mãe.
Mais do que raiva, ela sentia uma tristeza profunda, a tristeza de perceber que não era importante para a mãe.
Patrick entendeu.
Enquanto a carregava para dentro, tentou consolá-la:— Sua mãe não deixa de se importar com você. Ela também tem as coisas dela para fazer.
— Se você quer passar o Ano Novo com a mamãe, que tal se amanhã ou depois de amanhã formos para a casa da sua bisavó passar o feriado com eles?
O choro de Elisa parou por um instante.
— Você também vai? — perguntou ela.
— Sim.
Elisa ficou em silêncio imediatamente.
Patrick continuou enxugando suas lágrimas: — Então, combinado?
O humor de Elisa já estava melhor. Ao ver que Orlanda ligava por iniciativa própria, sentiu-se um pouco mais feliz.
Demorou um pouco até atender:— Alô...
— Elisa...
Orlanda segurou o telefone, fez uma pausa e perguntou:
— Ainda está brava com a mamãe?
Elisa virou o rosto, com vontade de dizer que sim, mas com medo de deixar Orlanda triste, respondeu com voz baixa:
— Um pouquinho...
— Desta vez, a culpa foi da mamãe — admitiu Orlanda.
O coração de Elisa amoleceu ao ouvir isso, mas ela ainda estava magoada, então disse:
— Então... mamãe, você não pode mais descumprir promessas como fez agora, tá bom?
— ... Tá bom, a mamãe entendeu.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
Duas semanas de espera para sair isso?!...
Outra observação.. não entendi até agora esse comportamento dessa menina...uma hora queria a amante do pai..a verdade veio a tona.. não quer contato com a mãe e ríspida com o sem vergonha do pai...Essa menina está com transtorno devido essa família desequilibrada!...
Cada vez pior..o livro fala mais da amante e sua safada família...ladeira abaixo..Orlanda songa monga..a desprezada sem voz! Nojo desse Patrick..nojoooo...
Gente alguém da um caldo pra ver se a pessoa se anima e acorda, pra postar a história que já está pronta é só postar...
Bora mamãezinha te avia, que isso gente pior que médico... Precisa de um fortificante pra dar energia e soltar este livro, eu heim...
A história é idêntica ao livro Senhora Santos que o divórcio a muito tempo. Só enche linguiça...
Esse é o primeiro livro que eu leio, em que os protagonistas não têm nenhuma fala. Infelizmente comecei ler este livro com ele em andamento, esses sites não tem nenhum compromisso com os leitores, eles abandonam os livros sem o menor remorso,e os leitores ficam no vácuo....
Que BOSTA! O livro deu mais ênfase a safada da Celestina..Orlanda é uma parasita..nem abre a boca..quando abre é:.."não, não sei".. Horrível,livro péssimo..esperar..esperar pra uma bosta dessa!!...
Esperar duas semanas para isso?!...
Bora gente movimentar essa história e acabar por favor...