Na segunda-feira.
Depois que Orlanda deixou Elisa na escola, ela foi discutir negócios com Martin Sousa e os outros. Quando ela e Kevin Cardoso chegaram, Patrick já estava lá.
Ao vê-los, Patrick os cumprimentou educadamente.
Nos dias seguintes, encontraram-se mais duas vezes, mas as conversas limitaram-se estritamente aos negócios. Fora isso, não trocaram uma única palavra.
Paulo havia se recuperado muito bem nos últimos dias. Quando o sábado chegou, já estava tudo pronto para sua alta hospitalar.
A Dona Costa estava radiante e insistiu em ir pessoalmente ao hospital para buscá-lo.
No entanto, ao abrir a porta do quarto, deparou-se com Celestina. Celestina e Patrick também tinham acabado de chegar. Ela entregou o buquê de flores que segurava para Paulo.
— Tio Paulo, parabéns pela alta hospitalar. Desejo-lhe uma rápida recuperação.
Naturalmente, Paulo não nutria simpatia por Celestina. Mas não podia ignorar os sentimentos do filho. Desde o acidente até aquele momento, ele passara quase quinze dias internado. Durante todo esse tempo, Celestina não havia aparecido, e ele sabia muito bem que, muito provavelmente, sua mãe a havia proibido de visitá-lo.
Agora, mesmo sabendo da aversão da avó, seu filho fizera questão de trazê-la no dia da alta. Diante daquela situação, Paulo apenas deu um sorriso contido e aceitou as flores.
— Obrigado.
Naquele instante, Patrick e Celestina notaram a Velha Sra. Costa entrando no quarto.
Com a expressão fechada, ela encarou Celestina.
— Quem permitiu que você viesse?
Ao lado de Patrick, Celestina abaixou a cabeça e deu um sorriso amarelo, sem ousar responder.
A Velha Sra. Costa apertou os lábios, fuzilando Patrick com o olhar. Estava furiosa. Quando abriu a boca para repreendê-lo, Paulo, temendo uma discussão ali mesmo, tossiu levemente.
— Mãe, as coisas já estão quase todas arrumadas. Vamos para casa.
Era o dia da alta de Paulo, uma ocasião de alegria para a Velha Sra. Costa. Ela não queria estragar o momento com brigas, pois considerava isso um mau presságio. Engolindo a raiva, ela assentiu.
— Está bem.
Celestina não retrucou, apenas abaixou o olhar.
Patrick, que também não desejava causar um escândalo no dia da alta do pai, virou-se para ela.
— Me avise quando chegar em casa.
Celestina deu um sorriso contido.
— Certo.
Ao chegarem ao térreo do hospital, Celestina acompanhou a Família Costa até o carro. Observando-os entrar no veículo, despediu-se com educação.
— Tio Paulo, vão com cuidado. Até logo.
Paulo deu um sorriso polido, acenou com a cabeça e entrou no carro. Patrick olhou para ela.
— Pode ir agora.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Mamãe calma Papai diz que te ama (Orlanda e Patrick)
Bora mamãezinha te avia, que isso gente pior que médico... Precisa de um fortificante pra dar energia e soltar este livro, eu heim...
A história é idêntica ao livro Senhora Santos que o divórcio a muito tempo. Só enche linguiça...
Esse é o primeiro livro que eu leio, em que os protagonistas não têm nenhuma fala. Infelizmente comecei ler este livro com ele em andamento, esses sites não tem nenhum compromisso com os leitores, eles abandonam os livros sem o menor remorso,e os leitores ficam no vácuo....
Que BOSTA! O livro deu mais ênfase a safada da Celestina..Orlanda é uma parasita..nem abre a boca..quando abre é:.."não, não sei".. Horrível,livro péssimo..esperar..esperar pra uma bosta dessa!!...
Esperar duas semanas para isso?!...
Bora gente movimentar essa história e acabar por favor...
Qual o link chinês?...
Sem atualização...e o link chinês abre mais.. JÁ SABEMOS né!?..que DECEPÇÃO!...
As pessoas que lêem do link em chinês poderiam dizer se houve atualização, foram postados mais capítulos?...
É muita falta de respeito com os leitores, não atualiza os capítulos.. como se já não bastasse essa enrolação do enredo que não sai do lugar.....