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Me Ame Outra Vez romance Capítulo 23

"Ellie... Ellie, por favor, me ajuda! Não posso ir para a cadeia, você sabe que não posso! Sou o filho mais velho da família Harvey, o que a mamãe iria pensar se me visse sendo colocado na prisão? Ela nunca iria conseguir descansar em paz! Por favor, por favor Ellie, estou pedindo, me salva... por favor…", implorou Bryan ansiosamente.

Eliana não sabia o que responder — apenas olhou para o irmão, completamente sem palavras.

"Ellie, por favor, a nossa família sempre te amou e te mimou. Você é a razão pela qual ela acabou assim, mas ninguém nunca te culpou nos últimos dois anos. Não acha que está sendo muito cruel de me mandar para a cadeia? O que a mamãe iria falar? Você acha que um dia ela te perdoaria por fazer isso comigo?"

Eliana engoliu em seco e tentou ao máximo conter as lágrimas que brotavam de seus olhos e a culpa que borbulhava dentro de si. "Sim. É verdade. É tudo culpa minha. Fui eu que destruí a família Harvey. Fui eu que matei minha mãe. Fui eu que fiz com que meu pai e meu irmão sofressem. Fui eu que arruinei a minha própria vida. Tudo... É tudo culpa minha...

Mas por que Bryan, meu próprio irmão, está fazendo isso comigo agora? Colocando palavras na minha boca e alegando que ele fez coisas que nunca fez... O que é que está fazendo?!", pensou.

"E agora?", interrompeu Aidan enquanto sacava o celular. "Já posso chamar a polícia?", disse a Bryan, cujos olhos se arregalaram de desespero.

Então, Eliana entrou na conversa. "Não, por favor, não. Não precisa", disse resignada. Apesar de tudo o que seu irmão tinha acabado de dizer ser completamente mentira, ela não tinha escolha a não ser concordar, uma vez que ele havia mencionado a mãe, contra quem Eliana nunca faria nada — já a havia decepcionado demais.

"Sim, eu me lembro, me lembro do que aconteceu. É tudo... é tudo culpa minha. Fui eu que planejei tudo, o Bryan não tem nada a ver com isso."

A expressão de Aidan ficou severa na mesma hora com aquela "revelação". Embora Eliana sempre tenha sido uma mulher sem escrúpulos e desprezível aos olhos dele, ele nunca pensou que ela pudesse ser tão baixa. Por outro lado, não ficou completamente surpreso, afinal de contas, ela parecia ser capaz apenas de uma coisa: destruição.

Bryan se virou para Aidan e pediu apreensivo: "Por favor, cunhado..."

"Nunca mais me chame assim", interrompeu o outro com frieza. Em seguida, completou: "Depois de tudo que a sua irmã repulsiva fez, você não tem o direito de me chamar de cunhado."

"Tudo bem, tudo bem, mas por favor, Segundo Jovem Mestre, como ela mesma confessou, não tenho nada a ver com isso. Você deveria resolver as coisas com ela, não comigo. Então, por favor, me deixa ir... Por favor…", gaguejou covardemente.

"Vá logo embora daqui", disparou Aidan.

"Tudo bem, tudo bem, vou embora, vou embora agora mesmo", disse o outro homem enquanto se virava para sair do quarto o mais rápido que podia. Ele saiu correndo tão depressa que nem se deu ao trabalho de olhar para trás e ver a irmã de aparência esgotada, que não pôde fazer nada além de assistir enquanto o irmão, que a havia apunhalado pelas costas, a abandonava.

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