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Me Ame Outra Vez romance Capítulo 27

O garotinho olhou para Eliana e não respondeu nada, apenas ficou em silêncio por um bom tempo antes de se sentar de repente no tapete macio do chão.

Em seguida, tirou um cubo mágico do bolso e começou a brincar, sem dar sinal de que iria embora. Ele apenas ficou sentado na dele, sem prestar atenção na mulher.

No entanto, Eliana não ficou desanimada — ela deu uma risadinha, levantou da cama, foi até a criança e se ajoelhou. Quando estava prestes a perguntar onde estavam os pais do garoto, percebeu que havia algo de errado...

"Espera aí, que estranho... Aqui é Blanchard Garden. Aidan odeia crianças e nunca deixaria uma entrar. De onde esse menino saiu e o que está fazendo aqui então?

A menos que... essa seja a criança que ele adotou para Laura. É isso mesmo, esse menino provavelmente é o filho adotivo de Laura. Ainda assim é um pouco assustador como ele se parece com Aidan...

Aidan trata Laura tão bem, não é? Adotou uma criança quando ela disse que queria uma...", pensou.

Então, Eliana não pôde deixar de se lembrar de sua pobre filha natimorta, que ela nem conheceu e já foi jogada com crueldade para que os cachorros comessem. "Minha filha querida... Ela provavelmente seria do tamanho desse menino se estivesse viva... Me pergunto se ela se pareceria mais com Aidan ou comigo..."

Enquanto estava perdida em pensamentos, alguém gritou à porta e uma figura entrou com tudo. Era Laura, que veio correndo e agarrou a criança pela gola da roupa como se fosse um boneco e não um ser humano.

O menino, por sua vez, pego de surpresa, estendeu as mãos para se equilibrar e derrubou o cubo com que estava brincando.

Assim que ele recuperou o equilíbrio, Laura bufou e o empurrou, fazendo-o cair para a frente. Ela rosnou: "Seu estorvinho, quem disse que você poderia vir aqui? Ama me tirar do sério, não é?"

"Laura..." Eliana franziu o cenho de desaprovação pela forma como a prima estava tratando o menino.

Contudo, antes que ela pudesse dizer alguma coisa, a outra levantou a mão e deu um tapa no rosto da criança, fazendo um som alto ecoar pelo quarto. A criança, no entanto, apesar de ter claramente sentido dor, não derramou uma lágrima, apenas ficou de cabeça erguida e deu um olhar vazio para a mulher.

"Ele é filho adotivo da Laura, isso é problema deles, não quero me intrometer... mas não consigo ficar parada sem fazer nada enquanto a observo maltratar e atormentar o pobrezinho...", pensou Eliana.

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