Alana achou que fosse Dona Vitória e se levantou.
Mas ouviu Sebastian chamar: — Sr. Campos?
Alana virou a cabeça e viu Arthur entrar.
Dona Vitória também tinha chamado Arthur?
Então... ela também chamou Isabella junto?
O rosto de Alana ficou extremamente pálido em um instante.
Ela até teve uma reação de estresse, achando que Arthur definitivamente a culparia por aquilo, dizendo que ela havia instigado Dona Vitória...
— O Sr. Campos chegou em boa hora! — o rosto de Sebastian endureceu.
No mundo dos negócios, Arthur era de fato a elite do capital. Mas Sebastian não gostava de amantes, e muito menos de homens que traíam!
— O que o Sebastian faz aqui? — a voz de Arthur soou suave. Ele foi direto até Alana e sentou-se ao lado dela.
Tratá-lo pelo primeiro nome serviu para rebaixá-lo diretamente.
Mas Sebastian não se importou. Ao ver que Arthur não evitava suspeitas e ia direto para o lado de Alana, ele sentiu raiva.
Agora todos lá fora sabiam que Arthur e Isabella estavam juntos. Agindo daquela forma em particular, onde estava o respeito dele por Isabella!
Além disso, como Arthur se interessaria por alguém como Alana?
Como ela poderia se comparar a Isabella!
— Eu é que pergunto o que o Sr. Campos faz aqui. Quem não soubesse, acharia que você veio correndo proteger pessoas que não podem ver a luz do dia. — Sebastian franziu o rosto e se sentou, lançando o olhar para Alana, a "pessoa que não pode ver a luz do dia".
Alana nem tinha como refutar aquela frase. Ela e Arthur mantinham um casamento secreto; de fato, não podiam ver a luz do dia.
Até agora, Sebastian era o segundo a achar que ela era a amante.
Tratar a esposa legítima como se fosse amante, enquanto a verdadeira amante desfilava publicamente como se fosse a dona da situação. Que casamento ridículo...
O olhar de Arthur era suave. Ele olhou para Sebastian: — Quem o Sebastian acha que eu deveria proteger?

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