Alana chegou tarde. Henrique Valente se aproximou para segurar a bolsa dela e perguntou casualmente. Alana contou a história rapidamente em voz baixa.
Os eventos sociais seguintes foram bem tranquilos. Não houve pressão para beber, apenas comida, bebida e conversas sobre as perspectivas da empresa.
A atmosfera estava muito relaxada, até que Vitor Rossi disse:
— Escolhi cooperar com a Quantum principalmente porque ela tem o apoio do Grupo Campos, e o setor de tecnologia do Grupo Campos tem sido muito forte este ano. Mas a empresa é importante, e as pessoas que a administram também são. Na sua negociação de hoje, o que achou de Isabella Soares?
Alana foi bastante imparcial e explicou a situação sem emoções pessoais: — Isabella não disse uma palavra, tudo foi liderado pelo Sr. Campos.
Vitor ficou concentrado por um momento e, como se tivesse pensado em algo, assentiu:
— Há rumores lá fora de que Arthur Campos mima muito essa Srta. Soares. Anteriormente, a família Campos admitiu que ela seria a futura dona do Grupo Campos e a noiva dele. Pelo que parece, não é mentira. Mas se durante a cooperação você perceber que ela é incompetente, você pode encerrar o contrato a qualquer momento. Eu te dou essa autorização.
Ele estava falando com Alana.
Alana assentiu: — Obrigada, Sr. Rossi.
Vitor sorriu e levantou sua taça para ela.
Ele bebia álcool, mas não forçou Alana a acompanhá-lo.
Depois disso, ele tomou a iniciativa de mandar alguém acompanhar Henrique e Alana na saída.
Quando Alana voltou para a Mansão das Águas, já era tarde da noite.
Arthur Campos ainda não tinha voltado.
Alana estava prestes a ir dormir quando Henrique lhe ligou.
— O Arthur não voltou, né?
Alana ficou surpresa: — Henrique, como você sabe?

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