Grupo Campos, escritório do presidente.
Quando a Dra. Rossi chegou, Arthur tinha acabado de concluir uma videoconferência internacional.
Ela era uma veterana do Grupo Campos e tinha certo prestígio com Arthur.
O assistente Tiago levou-a para dentro, e a Dra. Rossi foi direto ao ponto: — Há uma grávida com parto prematuro e hemorragia intensa. Gostaria de pedir ao Sr. Campos para doar sangue para essa grávida.
Tiago se assustou e olhou para a Dra. Rossi, chegando a achar que ela estava confusa.
O olhar indiferente de Arthur pousou na Dra. Rossi: — Houve alguma cirurgia sua no Hospital Campos recentemente?
O coração da Dra. Rossi deu um salto. Ela tentaria não revelar que era Alana se pudesse, caso contrário, todos os esforços que Alana e os outros fizeram seriam em vão.
— Fui convidada para fazer o parto de uma grávida no hospital municipal, e agora ela está com hemorragia intensa e tem um tipo sanguíneo raro. — A Dra. Rossi estava ansiosa. Sua mente estava cheia da imagem de Alana sangrando sem parar.
Ela queria mostrar a foto do bebê para Arthur, talvez isso despertasse a sua compaixão.
Mas assim que a tirou da bolsa, ouviu a voz indiferente do homem: — Se precisar de doações, fale com o assistente Tiago. Você pode pedir, até meio milhão não tem limite.
O coração da Dra. Rossi afundou drasticamente.
Ela sabia o quanto era indelicado vir daquela forma. Será que só porque alguém precisa, a outra pessoa é obrigada a se sacrificar?
Esse tipo de chantagem moral não era justificável.
Mas Alana estava grávida do filho dele, estava gerando um filho para ele. O parto prematuro e a hemorragia de Alana foram todos por causa do cyberbullying, por causa dele...
— Sr. Campos...
A Dra. Rossi queria insistir.
Tiago se aproximou imediatamente e puxou a Dra. Rossi: — Dra. Rossi, você tem muito prestígio. Abrirei o canal de doação de nível mais alto para você.
Meio milhão!

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