Alana tinha ouvido Camila dizer que, hoje em dia, as garotas gostavam de chamar os homens mais velhos, ricos e capazes de impulsioná-las de "daddy".
Era flerte, era ambiguidade, era a prova de que se amavam.
Mas agora, vendo Isabella chamar Arthur de daddy...
Alana não conseguia ver a expressão de Arthur.
Ela pensou que Arthur devia gostar muito daquele tratamento, caso contrário, Isabella não estaria tão feliz, com o rosto transbordando de felicidade.
— Eu não aguento mais! — Lorenzo desceu do carro, com uma expressão de impotência:
— Vocês podem considerar este solteiro aqui? Anda logo, Arthur. A Isabella disse que, para te agradecer, vai pagar um jantar no restaurante Honra Diego. Ela também convidou o Bento e o Felipe. Não dá para ir sem você.
Isabella cobriu os lábios, sorrindo, e olhou para Lorenzo.
Com um olhar, ela viu Alana sentada no carro atrás de Lorenzo.
O sorriso em seu rosto congelou instantaneamente.
E Arthur também pareceu notar a mudança de humor de Isabella, e se virou.
Sem surpresa, ambos viram Alana.
O rosto de Alana estava muito frio. Ela desceu do carro, olhou para Arthur sem desviar o olhar nem por um segundo, e caminhou em direção a ele.
Ao ver isso, Isabella não pôde deixar de erguer uma sobrancelha.
— Tenho algo para falar com você. — Alana mencionou.
A história de ela ter se ajoelhado na chuva à noite tinha causado um grande alvoroço. A Dona Helena Campos e os outros já deviam ter falado com ele sobre não impedir o divórcio. Ele não deixaria de entender o significado de suas palavras.
O olhar de Arthur estava calmo e silencioso. Depois de olhar para Alana por alguns segundos, ele disse friamente: — Agora não é um bom momento.
Alana olhou para Isabella, que a encarava friamente, mas não se importou muito.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Memórias Destruídas: Não Há Volta Para Nós