Havia também muitos dizendo que Henrique se apaixonaria por Isabella e se tornaria rival de Arthur.
Abaixo, já havia pessoas torcendo por ele e Isabella, achando que os dois formavam um bom par, já que um era o gênio da tecnologia do passado e a outra era a garota genial da tecnologia do presente!
Henrique achou aquilo engraçado e nojento ao mesmo tempo.
— Essa gente enlouqueceu, me juntando com a Isabella! Prefiro morrer!
Alana não terminou de ler e apenas disse: — Henrique, vamos parar por aqui, vou organizar minha tese primeiro.
Henrique assentiu: — Certo, pode ir. Daqui a um tempo vai abrir um centro esportivo privado, lembro que você é boa em natação e esqui, vou te levar para se divertir e relaxar a mente, e aproveito para levar a Maya, para ela ver o estilo da mãe dela.
— Tudo bem. — Antes de se apaixonar por Arthur e entrar no Grupo Campos, Alana já gostava desses esportes radicais que faziam a adrenalina disparar.
Ela desligou o telefone, colocou no modo silencioso, abriu o computador e se dedicou totalmente à tese, preparando-se para a conferência de tecnologia que aconteceria em breve.
Por causa disso, perdeu as ligações que vieram do Solar dos Campos.
Dona Vitória ligou duas vezes seguidas e ninguém atendeu, o que a deixou desanimada.
— A Alana deve estar muito triste, agora nem atende mais o telefone.
Ela não estava comendo nem dormindo bem nos últimos dias, e não queria nem saber do lado de Arthur.
Dona Helena abaixou a cabeça, concordando em pensamento.
Comparada a Isabella, Alana era de fato um pouco mais comum. Agora Isabella havia roubado Arthur e logo se tornaria aluna do Prof. Simão, tendo sucesso tanto na carreira quanto no amor, como se fosse a favorita de Deus.
Como Alana poderia não estar triste?

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