Alana pensou que Arthur devia estar com raiva.
Porque ela devolveu o sarcasmo dele.
Antes, ela nunca ousaria, tinha medo dele, mesmo depois de casada, sentia muito medo. Mas agora...
Alana não pensou muito nisso. De qualquer forma, sua exigência já havia sido feita, se ele concordaria ou não era algo que Arthur deveria considerar.
Ela não era responsável pelas emoções dele.
❀
O céu começou a escurecer. Alana foi ver Simão e Augusto, que tinham acabado de passar por uma rodada de tratamento. Quando se deitou, alguém bateu na porta.
Alana achou que fosse o médico, mas não esperava que fosse Lucas Schmidt.
Lucas sorriu e disse:
— O Sr. Campos pediu para eu trazer isso para a senhora assinar. Já redigi, por favor, dê uma olhada.
Alana pegou e folheou duas páginas.
Ela não esperava que Arthur realmente tivesse concordado.
Estava escrito claramente ali que dariam a ela o direito de uso do Hospital Campos...
Lucas:
— Uma palavra não tem peso, então o Sr. Campos pediu para eu lhe dar 10% das Ações do Hospital Campos. O Sr. Campos detém sessenta por cento, os outros acionistas têm apenas dois ou três por cento. Depois que a senhora assinar, será a Segunda Maior Acionista, tendo apenas o Sr. Campos acima de você. No futuro, os investimentos em projetos do Hospital Campos também precisarão passar pelas suas mãos, precisarão da sua aprovação. Quem entra no hospital, a senhora pode decidir, quem sai do hospital, a senhora também pode decidir. Mesmo com o divórcio, este contrato continuará válido.
Dez por cento das ações, a Segunda Maior Acionista.

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