Ao ouvir que Dante investigou Alana, Isabella não pôde deixar de franzir a testa: — Não dê atenção a esse tipo de mulher. Se ela grudar em você, vai ser um problema. Quando chegar a hora, não vai conseguir se livrar.
Dante disse: — Mulheres interesseiras e incompetentes, eu já vi muitas. É só jogar dinheiro e coisas materiais para desviar a atenção dela. Além disso, ela não tem capacidade nenhuma, só fica competindo com você porque você é excelente demais e ela não consegue chegar ao seu nível. Então ela tem inveja, tem medo que você fique cada vez melhor, e por isso faz maldades e compete com você. Vou dar uma parceria para ela, dar uma inflada no ego dela. Quando ela ficar arrogante e a parceria der problema, a pior consequência será a prisão, o que já é castigo suficiente para ela. Pode ficar tranquila. Depois que tudo der certo, você só me paga um jantar.
Isabella franziu a testa: — Não precisa fazer isso...
— Qual é o problema? Está com medo que o Sr. Campos descubra que estou te ajudando e fique morrendo de ciúmes?
Isabella deu uma risadinha: — Que bobagem, o Arthur não é esse tipo de homem.
— Ouvi sua mãe dizer que o Aro te elogiou e achou você muito boa? — Dante perguntou.
Isabella não negou: — Sim, na primeira vez que vi o Prof. Simão, ele pediu para o Sr. Aro me entrevistar, e o Sr. Aro achou que eu tinha uma base muito boa. Por quê?
— Então eu tenho ainda mais motivos para te ajudar. — Ele sorriu do outro lado da linha: — Bom, descanse bem, futura grande cientista! Quando voltar, me pague um jantar.
A ligação terminou e Isabella suspirou, impotente.
Dante fez tanto por ela e o único pedido era que ela pagasse um jantar. Isso ela não esperava.
Deixa para lá, Isabella sorriu impotente, que ele fizesse o que quisesse.

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