Bento tinha vindo originalmente para avisar a Isabella que a mãe e o irmão dela haviam chegado.
Só que a mãe dela, por algum motivo, entrou em contato com ele para avisar.
Mas agora, ao encarar Isabella, por um instante, ele sentiu...
Sentiu muito nojo.
No passado, ele realmente a tratou muito bem, porque a confundiu com sua salvadora e lhe deu muitas falsas esperanças.
Portanto, o erro era dele.
Bento não falou com ela, apenas assentiu com a cabeça, virou-se e foi embora.
Felipe, ao lado de Isabella, observando a cena, não pôde deixar de dizer: — O Sr. Cavalcante ainda se preocupa muito com você, Isabella. Mas é verdade, com a sua capacidade, nenhum homem ficaria indiferente. É uma pena que o Sr. Cavalcante também não tenha essa chance!
— Não fale bobagens. — Isabella curvou levemente os lábios.
E nesse momento, uma caneta já havia sido colocada na mão de Alana.
Tiago Silva: — Pode assinar, não precisa se sentir pressionada, nosso Sr. Campos pode arcar com isso.
Alana apertou os lábios, olhando para Arthur.
No Registro Genealógico, a caligrafia dele já havia secado, Arthur o fechou e entregou ao mordomo.
Virando-se, sem sequer olhar para Alana, ele segurou diretamente a mão dela que segurava a caneta.
Antes que Alana conseguisse reagir, ele já tinha guiado a mão dela para assinar o nome e entregou o documento para Dona Helena conferir.
— Dona Helena, eu... — Alana estendeu a mão para pegar de volta.
Aquilo era pesado demais.

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