Entrar Via

Meu Amor, Meu Traidor romance Capítulo 285

— Não me importa qual é o seu nome. Não somos próximos, e eu preferiria que você não espalhasse mentiras sobre mim por aí.

César, vendo a atitude firme de Bruna, de repente ficou com os olhos vermelhos.

Ele se virou para a rica senhora, fazendo manha.

— Querida, veja! Estou sendo intimidado!

Bruna franziu os lábios, olhando com os olhos arregalados para o homem manhoso e para a fria senhora rica.

Que combinação inusitada!

A senhora rica finalmente falou.

Sua voz era maternal, mas carregada de uma certa autoridade.

— Senhora, não me importa se você é a herdeira verdadeira ou falsa da família Ramos. Se intimidou o meu querido, deve pedir desculpas!

Bruna ficou sem palavras.

— Quando foi que eu o intimidei?

— Não vai pedir desculpas, é?

A senhora rica soltou o braço de César e se aproximou de Bruna.

Ela era uma cabeça mais baixa que Bruna, e ao olhar para cima, Bruna pôde ver as leves rugas em seu rosto.

— Você sabe quem eu sou?

— Quem é você?

— Meu marido é acionista do Grupo Moraes! Se você me ofender, eu não vou te deixar em paz!

Ainda tinha um marido...

Bruna pensou que os idosos de hoje em dia também sabiam se divertir.

Ela olhou para César e depois para a senhora rica à sua frente.

— Senhora, seu marido sabe que você tem um homem por fora?

Um lampejo de pânico e arrependimento passou pelos olhos da senhora rica.

Parecia que ela se arrependia de ter mencionado o marido.

Bruna disse com indiferença:

— Você já pensou que, se me ofender, eu posso ir ao Grupo Moraes e gritar para todo mundo que você banca um bonitão, e seu marido não vai gostar nada disso?

A senhora rica usava saltos agulha, e o salto atingiu a panturrilha de Bruna.

Com a dor aguda, ela se desequilibrou e caiu para a frente.

Havia um vaso de porcelana a poucos passos de distância.

Ela o atingiu sem querer, e o vaso caiu no chão, quebrando-se em pedaços.

Os cacos voaram para todos os lados, e César puxou a senhora rica para o lado para se proteger.

— Ah! Esse é o vaso mais caro da nossa loja!

A funcionária gritou e correu para chamar o gerente.

Um sorriso vitorioso surgiu nos lábios da senhora rica enquanto olhava para Bruna.

— Falsa herdeira, este vaso é uma peça de quinhentos anos, vale milhões. Quero ver como você vai pagar por isso!

César também ficou ao lado, com uma expressão de quem assiste a um bom espetáculo, observando a situação embaraçosa de Bruna.

Ele sorriu e disse:

— Bruna, que tal você se ajoelhar e me implorar? Talvez eu pague por este vaso para você. Pense bem.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Meu Amor, Meu Traidor