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Meu Amor, Meu Traidor romance Capítulo 305

Tadeu estava cheio de entusiasmo.

Bruna pensou que essa era a paixão que um empreendedor deveria ter.

Ela fechou a pasta de documentos, sem mais delongas.

— Então, desejo a nós uma feliz parceria.

Ela estendeu a mão para Tadeu.

Tadeu ficou surpreso por um segundo, e depois disse, encantado:

— Srta. Moraes, você é realmente decidida!

— De agora em diante, não me chame de Srta. Moraes. Me chame de Bruna.

— Certo, Bruna.

Tadeu estendeu a mão e apertou a de Bruna.

Uriel, sentado ao lado o tempo todo, observava atentamente as duas mãos entrelaçadas, com uma expressão indecifrável.

Assim que a comida chegou, Bruna e Tadeu começaram a conversar sobre os detalhes da parceria.

Uriel, com os talheres na mão, cutucava o arroz em sua tigela repetidamente.

Observando os dois conversando animadamente, ouvindo Tadeu chamar "Bruna" a todo momento, ele se sentiu extremamente contrariado.

Parecia que, ao intermediar essa parceria, ele havia criado um problema para si mesmo!

Enquanto pensava nisso, uma figura familiar e detestável se aproximou de longe.

Plínio entrou no restaurante, seu olhar varrendo o lugar, como se procurasse por alguém.

Depois de um tempo sem encontrar quem procurava, ele pegou o celular, impaciente. Finalmente, como se sentisse algo, olhou na direção da mesa de Bruna.

Primeiro, ele pareceu surpreso, depois seu rosto se fechou.

Seus dedos tocaram a tela do celular algumas vezes, então ele guardou o aparelho e caminhou em direção à mesa deles.

Bruna e Tadeu estavam no meio da conversa quando sentiram uma sombra ao lado. Virando-se, viram Plínio parado ali.

O olhar de Plínio pousou em Tadeu, e ele zombou.

— Outro rosto novo. Bruna Ramos, você sabe mesmo como se divertir, não é?

— Bruna?

Tadeu olhou para Bruna.

— Você não se chama Moraes?

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