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Meu Amor, Meu Traidor romance Capítulo 333

Mas Paloma logo a desmentiu.

— Não acredite nela, ela viu uma foto sua no meu celular.

A jovem fez um bico.

— Paloma, você não podia me deixar causar uma boa impressão de esperta e competente na Sra. Bruna?

— Não.

A jovem voltou para seu posto, desanimada.

Bruna sorriu para Paloma.

— Você contratou uma jovem tão adorável quanto você.

— Tsc! Não me chame de adorável, eu sou uma garota descolada!

Bruna riu.

Eloy recebeu uma ligação e precisava levar algo para Valentim.

— Eu venho te buscar mais tarde, espere aqui.

— Entendido, pode ir.

Depois que Eloy saiu, Paloma sorriu para Bruna.

Seus olhos redondos como uvas examinaram o rosto de Bruna.

Desde que chegou a Cidade Sul, Bruna estava cercada de amor, seu rosto estava corado e seu espírito, muito melhor do que na Capital.

Ela comentou com um suspiro.

— A boa vida está apenas começando.

Bruna não entendeu o que ela quis dizer.

Paloma mudou de assunto.

— A propósito, sobre os dois contatos que você me deu, eu já verifiquei. Ambos são designers de nicho, não muito famosos, mas experientes e talentosos. Eu entrei em contato e pedi um trabalho de teste. Um deles vai trazer o esboço hoje. Você pode dar uma olhada também.

Bruna assentiu.

Mal Paloma terminou de falar, um homem de meia-idade, de óculos, apareceu na porta da loja.

A recepcionista disse a Paloma:

— Paloma, o Ibsen chegou!

— É ele. Espere aqui um minuto.

— Sr. Ibsen, por favor, não se irrite. Estamos apenas conversando. Sente-se e me escute. Se eu estiver errada, podemos discutir no final, tudo bem?

Paloma tentou falar com Ibsen da forma mais calma possível.

Ibsen bufou pelo nariz.

— O que há para discutir com gente como vocês, que não entende nada de design?

Ibsen guardou seu desenho e se virou para sair.

Bruna o chamou de repente.

— Sr. Ibsen, posso dar uma olhada no seu desenho?

Bruna estava na cadeira de rodas, em um ângulo desfavorável, e não tinha conseguido ver a obra de Ibsen com clareza.

Ibsen parou e se virou para Bruna.

— Quem é você?

Bruna sorriu.

— Sou a dona desta loja.

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