Se ela não gostava de mim, talvez fosse apenas uma questão de afinidade.
Fernanda tinha acabado de voltar ao país e insistiu para que Valentina fosse jantar com ela.
Valentina, que a mimava, concordou imediatamente.
Fernanda olhou para Bruna.
— Srta. Moraes, quer vir conosco?
Embora estivesse perguntando a opinião de Bruna, seu tom era um tanto frio, como se dissesse: "se você tiver bom senso, recuse logo".
Bruna não era de forçar a barra.
Ela sorriu e balançou a cabeça.
— Eu não vou, podem ir vocês.
— De jeito nenhum!
Valentina foi a primeira a protestar.
— Fui eu que te trouxe, como posso te deixar aqui sozinha? Vamos jantar juntas, só nós três.
Bruna balançou a cabeça.
— Não precisa, tia Valentina. Estou um pouco cansada e quero descansar. Vou pegar um táxi para casa. Podem ir.
Valentina lembrou-se das lesões em suas mãos e pés e soube que não podia forçá-la a ir.
— Então vou pedir ao motorista para te levar. Não fico tranquila se você pegar um táxi sozinha.
Bruna pensou um pouco e concordou.
Ela entrou no carro do motorista da família Braga, que se dirigiu para a casa da família Moraes.
Este era um motorista de verdade da família Braga.
Lembrando que Uriel a havia enganado por tanto tempo, fingindo ser o motorista da família Braga, ela não pôde deixar de achar engraçado.
De fato, se ele tivesse revelado sua identidade desde o início, talvez ela realmente não tivesse aceitado sua ajuda.
Ajuda.
Ela pensou na resposta que Uriel queria.
O que ela sentia por ele era gratidão ou dependência?
...
Restaurante de estilo ocidental.

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