Os olhos de Vinicius transbordavam sinceridade.
A raiva que Bruna sentia se dissipou.
— Espero que você e sua mãe entendam que o conflito entre nossas famílias ainda não se resolveu e não deveria ser aprofundado.
— A Srta. Moraes pode ficar tranquila. Falarei com minha mãe sobre isso.
Sendo assim, Bruna não tinha mais o que dizer.
Ela pegou sua bolsa, que Vinicius havia trazido, e saiu do restaurante.
Esperou na porta por cerca de dez minutos até Uriel chegar.
Ao ver Bruna parada na entrada com uma expressão descontente, Uriel franziu a testa, saiu do carro e foi até ela.
— O que aconteceu?
Bruna fez um bico e o abraçou.
— A Sra. Reis me convidou para jantar, mas o objetivo era me apresentar ao filho dela.
Assim que ela terminou de falar, uma aura gélida emanou do homem à sua frente.
Ela ergueu o olhar e viu o rosto de Uriel transbordando uma fúria assassina.
— O filho dela não tinha essa intenção. Eu usei a desculpa de ir ao banheiro e desci.
— Vou dar uma olhada!
Uriel soltou Bruna e começou a andar em direção à entrada, mas foi impedido por ela.
— Deixa pra lá. A Sra. Reis é minha cliente agora, não é bom criar um conflito. Eu já deixei claro para o filho dela que isso não vai acontecer de novo.
A raiva de Uriel não diminuiu.
Ele mal se afastava de Bruna por um instante e alguém já tentava roubá-la?
Bruna, com muito custo, conseguiu levar Uriel até a porta do carro.
Nesse momento, Clarice e Vinicius também terminaram de jantar e saíram do restaurante.

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