Segundos depois, duas mãos longas e elegantes a envolveram por trás.
Logo em seguida, um peito largo e firme encostou em suas costas.
Franciele prendeu a respiração.
Estavam na sala de reuniões.
Momentos atrás, estavam ali com os outros colegas.
A porta ainda não havia sido fechada e qualquer um poderia entrar a qualquer momento.
O chefe a abraçando daquele jeito... se alguém visse, seria impossível explicar.
Franciele se debateu instintivamente nos braços dele:
— Senhor Sampaio, não faça isso...
No entanto, Nelson a segurou pela cintura, apertando-a ainda mais contra si.
Ele sussurrou no ouvido dela:
— Por que não me chama mais de Nelson?
A respiração quente dele bateu contra a pele sensível dela, causando-lhe arrepios.
Franciele estremeceu.
Instintivamente, virou o rosto para desviar do calor dele.
Ela protestou novamente:
— Me solta...
Nelson não apenas a ignorou, como deslizou a mão por baixo da blusa dela.
Enquanto a acariciava, perguntou:
— Por que não descansou mais alguns dias antes de voltar ao trabalho?
Franciele moveu os lábios avermelhados:
— Eu já atrasei muito o meu trabalho.
Nelson falou suavemente:
— O trabalho que você atrasou, eu posso pedir para o Myron te ajudar.
Franciele hesitou:
— Isso... não daria muito trabalho para o Myron?
Como assistente especial de Nelson, Myron já tinha tarefas demais todos os dias.
Como ela teria coragem de incomodá-lo?
Nelson respondeu com um tom cheio de segundas intenções:
— Não se preocupe em dar trabalho a ele. Você só precisa focar em mim.
Franciele:
— ...
Faltou muito pouco para ele dizer abertamente que ela só precisava se dedicar a servi-lo e aceitar ser sua amante no escritório.
Franciele engoliu em seco.
Sua mente estava uma confusão.
Antes disso, ela nunca havia imaginado ter um caso com seu próprio chefe.

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