Depois disso, ela foi para o banheiro tomar banho.
Quando saiu, abriu uma pequena fresta na cortina e espiou lá embaixo.
O Rolls-Royce de Nelson ainda estava estacionado no mesmo lugar.
E ele continuava ali, encostado no luxuoso veículo.
Franciele não sabia se ele pretendia entrar no carro ou se planejava passar a noite ali.
Ela secou o cabelo e deitou-se na cama.
Antes de dormir, deu mais uma olhada no celular.
Havia uma mensagem de Nelson, enviada logo depois que ela desligara na cara dele.
— Não ouse dormir com ele, senão eu subo e vou atrás de você!
Esse "ele", sem dúvida, referia-se a Givaldo.
Franciele ficou sem palavras.
Será que Nelson não tinha mais o que fazer e veio ali no meio da noite só para monitorá-la?
Proibi-la de dormir com Givaldo?
Mas eles ainda eram legalmente casados.
Se algo assim fosse acontecer, como ele poderia impedir?
É claro que nada do tipo aconteceria entre ela e Givaldo.
O coração dele pertencia apenas a Eliana, ele nunca encostaria nela.
A preocupação de Nelson era totalmente infundada.
Porém, Franciele não se deu ao trabalho de contar a verdade a ele.
Se ele queria passar a noite de guarda lá embaixo, que ficasse.
Ela iria dormir de qualquer maneira.
Franciele ajeitou-se na cama e fechou os olhos.
...
No dia seguinte, quando ela acordou, Givaldo já havia saído.
Ela não sabia se ele tinha acordado mais cedo ou se fora embora durante a noite.
De qualquer forma, era melhor que ele não estivesse ali.
A última coisa que ela queria logo de manhã era olhar para a cara dele.
No entanto, já que estavam prestes a se divorciar, algumas pontas precisavam ser amarradas.
Franciele pretendia devolver a aliança que Givaldo lhe dera no casamento.
Ela não tinha levado a aliança consigo quando fizera a mudança.

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