— Meu pai acabou de perguntar por você. Venha direto para a casa principal.
Givaldo ordenou num tom frio.
Nelson olhou para a mulher adormecida ao seu lado:
— Ela ainda está dormindo. Receio que não vá a lugar nenhum.
Os olhos de Givaldo se estreitaram em choque:
— Quem está falando? Por que o celular da minha esposa está com você?
— Sou o chefe dela, e neste momento ela pegou no sono dentro do meu carro — respondeu Nelson.
Uma onda de agitação revirou o íntimo de Givaldo.
Ele estava prestes a questionar mais alguma coisa quando a ligação foi desligada do outro lado.
Furioso, ele esmurrou a parede.
Teria sido por causa daquele chefe que Franciele de repente se recusou a acompanhá-lo à casa da família Cordeiro, agindo de forma tão estranha a ponto de aceitar o divórcio e facilitar o caminho para ele e Eliana?
Um sentimento desconhecido de ciúme invadiu seu peito em um segundo.
Ele mesmo ficou surpreso.
Exceto por Eliana, ninguém conseguia despertar emoções tão intensas nele.
Será que isso acontecera porque suspeitava que Franciele poderia estar traindo-o?
Sim, com certeza era isso.
Mesmo não amando a esposa, Givaldo jamais toleraria que ela se engraçasse com outros homens pelas suas costas.
Quando Franciele finalmente acordou, o carro de luxo já estava estacionado no térreo do seu prédio.
No entanto, exceto pelo motorista, não havia sinal de Nelson.
— O Sr. Sampaio... ele...

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