Meu Senhor Capítulo 31

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Arthur Albuquerque

Duas da manhã.

Deu bastante tempo para ela descansar, preciso acordá-la. O final de semana vai ser intenso, vamos ver se ela vai pedir arrego.

Sorrio a olhando dormi tranquilamente jogada na cama.

Pego a pena , que faz parte de meu arsenal de objetos, e começo a mexer com ela. Passo pelo seu corpo, bico do seio, barriga, ela arrepia a pele. Mesmo tendo diminuído o ar condicionado, o quarto ainda está frio.

Está escuro, eu liguei apenas um abajur perto da poltrona.

Vou até seu nariz, passo a pena... Ela coça o nariz e se mexe. Eu sorrio.

Gosto de mexer com ela... Sinto um tesão profundo em fazer isso. Sou um provocador nato na arte do bdsm. Sinto prazer em torturar e em mexer com os sentidos das minhas submissas. Muito mais que bater ou judiar.

Ela se mexe mais uma vez, e começa a acordar.

Passo de novo a pena pelo seus bicos do peito e ela geme, despertando. Demora um pouco a entender as coisas, e me localizar sentado ao seu lado na cama.

-Olá bonequinha.

Ela se levanta, passa a mãos nos olhos e me olha meio que não entendendo nada...

-Acordou???

-Sim meu Senhor! Que horas são?

-Duas horas da manhã, então, bom dia.

Deixo a pena em cima da mesinha e me aproximo mais dela, seguro seus braços para que ela se sente na cama.

-Preciso cuidar de vc... Só deixei vc descansar um pouquinho... Amanhã vamos ter um dia cheio, então preciso olhar suas marcas.

-Sim, meu Senhor.

-Levante! Precisa ir no banheiro?

-Sim, meu Senhor...

-Entao vá, te esperarei aqui...

Ela se levanta gemendo, e vai com passos lentos até o banheiro.

Ligo mais algumas luzes e destampo o espelho, que tem na parede dos fundos do aposento. Um espelho enorme de corpo inteiro.

Tiro a poltrona do meio do caminho e ponho a mesma de frente para o espelho...E espero...

Ela volta com a trança refeita e o rosto lavado. Bem mais desperta.

-Muito bem, vem aqui...

Ela vem até mim e eu digo:

-Pare na frente do espelho, e se olhe.

Eu me levanto da poltrona indo atrás dela.

A olho pelo espelho observando suas marcas causadas por mim. São marcas pequenas por causa do formato do chicote.

Tiro seu cabelo da frente e retiro a coleira. Levantando seu pescoço para que ela veja os vergões vermelhos causados pelo couro em atrito com a pele, na hora que ficou imobilizada.

Vejo um chupão no seu seio direito, e toco a marca por cima, ela estremece.

Seguro ela pela nuca e enclino a sua cabeça para que ela veja a marca de mordida no ombro . Levanto seus seios e amostro a marca abaixo deles também de uma mordida.

a hora exata delas, quando foi feita. Eu sei exatamente quando marquei cada uma delas, e todas as imagens vem na minha cabeça neste momento.

Somos um casal peculiar na frente do espelho. Eu, completamente vestido de preto, ela nua, com seu corpo todo pintado por mim.

Meu pau se alavanca dentro da cueca, me dando um sentimento de posse, que nunca tive

Não paro de olhar para o espelho e nem ela...

pulsos e toco os calombos causados pelos puxões que dei na algema, ela estremece em

-Está vendo Duda, como vc fica linda com as

-Sim meu Senhor!

-Amanhã exibirei elas para quem quiser ver. Como se sentiria com isso?

-Bem meu Senhor!

menina. Vire-se... Fica de lado para que vc posso continuar vendo

vira o rosto e eu me aproximo mais de si. Botando minhas mãos em suas costas alisando as marcas do chicote. A bunda está com uma mordida linda ali, perfeita. Seguro as duas bandas e afasto elas amostrando a ela o seu cuzinho

-Olha que lindo Duda? Consegue ver?

Sussurro em seu ouvido.

Ela estremece toda...

e toda minha, e como se

-Bem meu Senhor!!!

vou te dar um banho e depois cuidar

ela pela mão, beijo a marca do pulso e a levo para o banheiro. Mando ela entrar na banheira, que já tinha sido preparada por

a esponja de banho ponho bastante sabonete, e começo a esfregar seu

durma... E cuidado para não molhar

seu corpo com a esponja. Desde cada dedinho do pé, até as marcas do pescoço. Logo depois do banho pego a toalha e peço para ela sair da banheira. A seco com cuidado, principalmente em cima das