Era difícil para ela, pois ela estava sendo segurada a noite toda e seus ossos estavam quase sendo esmagados.
E eles nem fizeram sexo ainda. Se fizessem, ela provavelmente seria tão torturada que teria que ficar deitada na cama todos os dias e não conseguiria nem se levantar.
Ela desceu as escadas com a mochila e foi direto para a cozinha.
"Chloe, venha aqui."
Timothy estava lendo um documento na mão e chamou o apelido dela sem levantar a cabeça.
Chloe não sabia por que ele havia lhe dado tal apelido. Era oi muito estranho, mesmo assim ela parou e mudou de direção para ir até ele com um sorriso educado e reservado: "O que foi, Sr. Law?"
Timothy ainda estava olhando para o celular dele. Yosef, que estava de lado, entregou a ela um celular: "Senhorita, esse é o seu novo celular."
Ele comprou um celular para ela.
"Obrigada", Chloe o pegou.
O aparelho estava dentro de uma caixa chique e sofisticada, a qual também estava muito bem lacrada. Ele estava pronto para ser ligado. Ela o pegou e ficou chocada quando viu o nome da marca. Em seguida, ela virou o celular.
Não havia como duvidar, um lado inteiro estava cheio de diamantes rosas.
Essa era a marca de celular mais cara do mundo. Seu desempenho, velocidade e sistema de defesa eram de primeira classe. Claro que a técnica que usavam para cravejar os diamantes também era top de linha.
Era porque eram todos incrustados com diamantes de primeira qualidade. Eram todas pedras preciosas genuínas.
Esse celular tinha o preço de um supercarro.
Chloe o segurou na mão e disse: "Sr. Law, esse é muito caro. Posso usar um celular comum."
Ela estava prestes a deixar esse lugar para sempre, então esperava não dever muito a Timothy.
Timothy pegou a caneta e assinou o nome dele no documento. Depois, ele o fechou e olhou para ela: "Você é minha mulher agora. Você tá destinada a ser extraordinária."
Isso era algo que um narcisista diria.
Chloe continuou parada lá, sentindo-se impotente, enquanto segurando o celular.
"Eu sei que você manteve em segredo um celular na caixa de madeira. Você não tem permissão pra usá-lo de novo. Eu comprei isso pra você, então use", Timothy continuou sentado olhando para ela, "As regras continuam as mesmas. Você só pode salvar o meu contato nele. É melhor que você não me deixe ver mais nenhum outro contato."
Ela estaria condenada se houvesse outra pessoa em sua lista de contatos.
"..."
Parecia que esse não era um celular para ela. Obviamente, era uma corrente em volta do seu pescoço, criada exclusivamente por ele.
Ela colocou o aparelho no bolso e disse: "Tá bom, entendi."
Timothy entortou o dedo para ela. Chloe aproximou-se e sentou-se ao lado dele. Ele colocou imediatamente o braço em volta do ombro dela e disse em voz baixa: "Nessa semana, enquanto eu não estiver aqui, volte pra casa assim que sua aula acabar. Não fique simplesmente andando por aí."
"Tá bom."
Chloe assentiu com a cabeça.
"Além disso, me ligue três vezes ao dia", ele ordenou.
"Por quê?"
Chloe olhou para ele sem entender e recebeu um olhar frio dele de volta. Ela só podia tentar se comunicar com ele de uma maneira diferente: "Quero dizer, você pode estar ocupado quando eu ligar. Vai te incomodar muito."
Além disso, parecia não haver nada que eles dois pudessem conversar.
"Atender ou não é problema meu, mas, se você não ligar... a culpa é sua."
Timothy olhou para ela, com um tom de ameaça em sua voz grave.
Que irritante.
Chloe franziu os lábios e assentiu com a cabeça: "Tá bom, vou lembrar disso. Tô atrasada pra aula, então vou levar alguma comida pra comer no caminho."
Ela só queria ir embora logo.
"Tudo bem", Timothy concordou.
Chloe rapidamente se levantou. Assim que ela se levantou, sua mão foi puxada para trás. Timothy a puxou para mais perto dele e virou a cabeça para beijá-la no pescoço, deixando a marca de um chupão...
De novo.
Sabendo que não conseguiria impedir, Chloe não resistiu.
Após o beijo, Timothy encarou a marca vermelha com um ar sombrio. A marca não sairia tão depressa.
"Isso é bem problemático", Timothy tocou a marca vermelha com a ponta do dedo e disse com uma voz grave, "Quando eu voltar, vou tatuar meu nome no seu pescoço. Dessa forma, o mundo inteiro vai saber que você é minha."

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Não corra, minha esposa!