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No dia do divórcio, o ex-marido CEO vomitou por causa da gravidez romance Capítulo 597

Não era de se estranhar que Vasco pensasse assim. Será que ele ainda não entendia como as coisas funcionavam naquele meio?

A reação de Lúcia estava muito estranha, ela nunca havia agido assim antes.

Só havia uma explicação: Davi não queria deixar a herança para ele.

O pai dele tinha outro filho!

As lágrimas de Lúcia caíram novamente enquanto ela soluçava:

— Seu tio contratou um detetive particular e encontrou a casa onde seu pai mora com aquela vagabunda. E o filho deles... Já... Já tem oito anos!

Oito anos!

Isso significava que já fazia quase dez anos.

O rosto de Vasco ficou cada vez mais sombrio:

— Onde está esse pirralho?

O brilho cruel em seus olhos fez Lúcia estremecer.

— Vasco, você não pode agir impulsivamente!

Eles ainda não podiam romper com Davi. Pelo menos, não antes de garantirem as ações do Grupo Frota em suas mãos.

Vasco foi persuadido a se acalmar e sorriu friamente:

— Então, primeiro, vamos cuidar de Melissa!

...

Melissa ainda não sabia que a família Frota tinha voltado a mirar ela.

Nesse momento, ela estava no Nuvens D'Água, se encontrando com Fernanda.

Claro, Joaquim também estava lá.

Eles estavam discutindo sobre o novo estúdio.

Ao ouvir que Joaquim, além de investir trezentos milhões, também pretendia fornecer o local de trabalho, Fernanda sorriu de orelha a orelha.

Para ela, essa parceria não passava de uma maneira de ajudar Melissa e, de quebra, dar uma oportunidade de aprendizado para Gabrielle.

Tendo Joaquim como apoio, isso era mais do que desejável.

— O Presidente Joaquim é muito generoso. — Disse Fernanda, rindo. — Então, o que acha de dispensar o aluguel do meu Estúdio do Encanto Ibérico?

Joaquim apertou os lábios:

— Fernanda, negócios são negócios. Se o Estúdio do Encanto Ibérico me der uma participação, podemos conversar sobre o aluguel.

Fernanda quase soltou um palavrão.

"Um espaço e ele ainda queria participação? Será que o Estúdio do Encanto Ibérico estava precisando desse dinheiro?"

Joaquim serviu Melissa, completamente alheio ao olhar gélido de Fernanda.

Só depois de encher o prato de Melissa, Joaquim falou calmamente:

Afinal, ela não precisava pagar a conta.

Então, quando os representantes da família Freitas, fornecedores de tecidos, chegaram, viram que a sala privada no Nuvens D'Água estava cheia de pessoas.

Além de Fernanda, que era um pouco mais velha, todos os outros tinham apenas vinte e poucos anos.

Eles não sabiam bem o que pensar do fato de Melissa ter eles chamado ali.

Havia confusão em seus rostos.

Melissa não estava com pressa e começou a apresentar as pessoas.

O fornecedor de tecidos se chamava Alessandro Freitas.

Ele era um homem de pele escura, muito robusto, o que indicava que estava acostumado ao trabalho pesado.

Ao seu lado estava seu filho, Otávio, que usava óculos e tinha uma aparência bastante refinada.

Os tecidos da família Freitas eram feitos com uma técnica artesanal passada de geração em geração, sendo muito duráveis e práticos. Sua maior característica era que não desbotavam nem deformavam, independentemente de quantas vezes fossem lavados.

Diziam que, na época, Cecília teve que fazer um grande esforço para fechar um contrato de parceria entre as duas famílias.

No entanto, a fábrica vinha enfrentando dificuldades nos últimos anos, e agora que o Grupo Frota estava se afastando, os negócios estavam cada vez mais difíceis.

Quando Alessandro viu Melissa, em vez de estar ressentido com o Grupo Frota, ele suspirou:

— Naquela época, graças ao dinheiro que sua mãe nos deu, a fábrica conseguiu sobreviver. Agora, seu pai... Não quero falar sobre isso. Sua mãe adorava os tecidos da nossa fábrica. Hoje, trouxe dois cortes de tecido. Os leve com você, como um presente meu. — Assim que ele terminou de falar, sentiu um chute forte de Otávio em sua perna por debaixo da mesa.

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