Gregório não estava sendo um cavalheiro.
É que ele... sabia exatamente de todas as intenções dela, não precisava de desculpas para rejeitá-la e desprezá-la.
Sempre que pensava naquilo, seus nervos formigavam de dor.
Era um misto de ódio, fúria e rancor.
Homens como Gregório eram mestres em matar sem derramar uma gota de sangue e em tramar estratégias com facilidade, subjugando e iludindo as presas que já tinham sido sugadas a ponto de não terem forças para lutar.
Ele não era de modo algum puritano.
Apenas sabia o que queria; era frio, implacável e fatal, e realizava tudo sem derramar uma gota de sangue.
Adolfo inicialmente não acreditou no que Dulce estava dizendo.
Mas, pensando bem.
Fazia sentido.
Seu irmão mais velho, desde muito novo, era incrivelmente arrogante. Se não fosse por aquelas circunstâncias imprevistas que o obrigaram a se casar com Celeste, Gregório jamais se rebaixaria a se envolver com qualquer outra mulher. Esse tipo de gente parecia nem precisar suprir suas necessidades emocionais básicas.
Desta forma, não era surpresa que ele não tocasse em Dulce.
Mas...
De repente, Adolfo a agarrou pelo pescoço:
— Faz sentido, o Gregório sempre se achou melhor do que todo mundo. Sempre achei bizarro ele ter caído na sua armadilha, e, como esperado, ele virou as costas num piscar de olhos. Mas, pelo menos, você serviu para alguma coisa. Antes que ele se voltasse contra você, ajudou-me bastante.
Ter conseguido o plano de estratégia antes do tempo acabou se transformando na faca que perfurou a aorta de Gregório.
Dulce percebeu na hora que Adolfo não pretendia reconhecer o que ela havia feito.
Ela falou com os dentes cerrados:
— Eu vim aqui para te dizer que o filho que estou esperando é seu, e você não pode virar as costas. Eu estou com problemas, Adolfo, e pelo bem do seu filho, você tem que me ajudar.
Assim que Adolfo ouviu aquilo, a expressão dele mudou drasticamente.
Ele já tinha desconfiado disso durante o último banquete de boas-vindas.
Só não esperava que Dulce fosse usar aquilo como um escudo protetor justamente agora.
— Você está louca?! — Ele a agarrou pelo pescoço e a jogou com força para longe, com um olhar sinistro. — É melhor que isso morra com você. Se você ousar levar isso para o meu avô...



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Nosso Casamento Tinha Prazo
Top demais eu nunca li u livro tão bom assim, parabéns autora👏👏👏👏👏...
Meu pressentimento estava correto esse Vinícius não vale nada nem o que o cachorro enterra...
Porque demora tanto a atualizar?...
Por ser um romance,a autora não trás o romantismo,a história não tem um beijo,um abraço.pra mim é uma história sem ápice.Autora dê mais clímax a história....
Que tudo!!!! Esse capítulo autora😎👏👏👏👏👏...
Torcendo pela restauração da família Celeste Gregorio e Laura ❤️❤️❤️...
Não gosto do Vinícius esse cara não me passa confiança que Celeste passe longe dele...
Vai ser uma sacanagem se essa autora mudar a personalidade do Vinicius para ano final dar ela pra o Gregório que claramente é um homem que não apoiou ela nos momentos de maior necessidade como o nascimento da filha, inventa uma situação pra justificar as atitudes dele....
Estou odiando essa história de Celeste e esse Vinícius que raiva da vontade de parar de lê essa merda 😡...
Esse livro está terrível essa autora é uma decepção colocando esse Vinícius e essa winter no caminho da Celeste e Gregorio que ranço 🤬...