— Senti sua falta, voltei durante a noite. — Dante Dantas a seguiu, abraçandoa por trás e encostando o rosto no pescoço dela.
— Ah. — Juliana Rocha estreitou os olhos, acariciando o rosto dele. — Onde foi essa viagem de negócios para voltar tão rápido? Não era longe?
— Não muito longe. Tire o dia de folga hoje, não vá para a empresa. Seu resfriado ainda não curou.
Dante não deu detalhes sobre a viagem.
— Juliana, você não precisa se esforçar tanto. Não sou contra o seu trabalho, só aceito porque sei que você ama o que faz. Mas se isso te deixa tão exausta, não é o que eu quero ver. Seria melhor ficar em casa aproveitando a vida. Todo o dinheiro que eu ganho não é todo seu? — Olhando para o rosto abatido dela, ele não pôde deixar de franzir a testa.
Nesse aspecto, ele não estava exagerando.
O cartão adicional que ele dera a Juliana não tinha limite, e ele até transferia milhões a mais para a conta pessoal dela, apenas por preocupação de que o dinheiro não fosse suficiente.
Se ela quisesse, ele não hesitaria em lhe entregar o cartão principal.
Ele odiava ver a Juliana se desgastando tanto.
Ele havia cuidado da saúde dela com muito custo, e isso só foi possível com muita paciência e persuasão.
Como ele não mencionou, Juliana também não fez mais perguntas sobre os detalhes da viagem, mudando de assunto naturalmente.
— Não é a mesma coisa.
— Você está disposto a me dar tudo agora porque ainda me tem no coração. E se no futuro isso acabar, se não me amar mais? Se eu não tiver minha própria carreira, para quem vou chorar? — Juliana abaixou o copo de água.
— Juliana, não diga bobagens. — O rosto de Dante escureceu.
— Mesmo que eu deixasse de me amar, nunca deixaria de amar você. — Ele a abraçou mais forte, realmente irritado.
Juliana era parte da vida dele.
Eles já estavam ligados corpo e alma, crescendo lado a lado.
— Tá bom, tá bom, foi só uma brincadeira. Você ficou bravo mesmo. — Juliana olhou para cima e deu uma risadinha.
— Não brinque com qualquer coisa. O que você quer comer? Eu preparo para você. — Dante abaixou a cabeça e mordiscou a bochecha cheia dela, segurando seu rosto e beijando-a de um lado para o outro. Sua voz suavizou, misturando ternura com um leve tom de mágoa.
Ele sabia que Juliana não cederia nem desistiria do trabalho.
Ele queria que Juliana simplesmente ficasse em casa aproveitando a vida, recuperando a saúde, para que pudessem ter um filho o mais rápido possível e viver a vidinha deles.
Mas Juliana não queria.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Nosso Casamento Tinha Prazo
Parabéns autora muito linda a história da Celeste e Gregório valeu apena ler vou sentir saudades dessa história 👏👏👏...
Muito bom*****...
Celeste e Gregório juntos. Um amor que sobreviveu as grandes tempestades...
Estou só chorando 😭😭😭😭😭...
Essa autora não tem um pingo de respeito pela Celeste, esmaga até o último resquícios de humanidade dela, só valoriza a amante. Misericórdia dá ódio de ler esses livros onde as amantes tem tudo e anda de cabeça erguida....
Top demais eu nunca li u livro tão bom assim, parabéns autora👏👏👏👏👏...
Meu pressentimento estava correto esse Vinícius não vale nada nem o que o cachorro enterra...
Porque demora tanto a atualizar?...
Por ser um romance,a autora não trás o romantismo,a história não tem um beijo,um abraço.pra mim é uma história sem ápice.Autora dê mais clímax a história....
Que tudo!!!! Esse capítulo autora😎👏👏👏👏👏...