Nosso Passado Capítulo Seis - 8

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Parte 8...

No dia seguinte estranho que ela aparecesse em sua casa oferecendo-se para levá-la ao médico. Achou em sua inocência e burrice, que estava apenas sendo uma boa cunhada.

— Eu vou fazer uns exames de rotina - ela disse — Porque você não vem comigo?

— Bem... Eu não sei se posso pagar agora por uma consulta. Só recebo meu salário no final do mês.

— Que nada sua boba, eu pago - Márcia disse a incentivando — Faz assim... Vamos e depois a gente acerta.

— Não sei...

— Mathias vai se chatear comigo se souber que fui ao médico e não a levei.

— Será? - mordeu o lábio — Ele nem mesmo sabe que eu me sinto mal, não lhe contei ainda.

— Ah, não? - ela abriu mais os olhos — É melhor ainda - segurou seu braço — Vai me fazer ganhar pontos com meu irmão.

Tonta como ela era na época, acreditou em Márcia, mas tudo o que ela queria mesmo era confirmar suas suspeitas. Quando recebeu o resultado do exame ficou sem ação, queria correr e contar para Mathias, mas ele estava fora da cidade em um compromisso da empresa. Teve que aguardar até que retornasse, o que deu tempo para Luiza e Márcia conspirarem contra

Antes de abandonar tudo ela deixaria que as duas vissem seu filho. Claro que de imediato elas saberiam que era filho de Mathias, mas não teriam o prazer de tê-lo em sua vida.

Sorriu de um modo até meio cruel, porém não sentia remorso. Queria que vissem o que elas fizeram ao afastar seu pequeno do pai. Seria um bom castigo para Luiza, conhecer o neto que ela jogara fora.

se arrepiou e mexeu o pescoço para relaxar a musculatura. Teria sua vingança. Beijou o filho e foi para o quarto.

seguinte ele brincou com os dois. Jogou videogame com Alan e brincou de bonecas com Bianca. Cada um escolheu o que queria fazer antes dela voltar para São Paulo. Sempre deixava que eles escolhessem com o que queriam brincar, nunca teve essa divisão de brinquedo de menino e menina.

era que se sentissem bem e entendessem que as pessoas se desenvolvem de forma única, cada um com seu gosto e ideias particulares, ainda que viessem da mesma família. Sempre conversava com eles sobre suas dúvidas, para que não fosse preciso depois ter que remediar uma

a hora de ir chegou, ela sentiu um aperto no coração. Pegou o jato particular e quando desceu no aeroporto se transformou na garçonete de antes. Começou a se trocar no banheiro do avião e completou a mudança no banheiro do aeroporto. Depois foi até o ponto de aluguel de

contrato de aluguel já com o motorista para levá-la e trazer de volta o carro. Iria até a casa da avó. Pela hora em que chegaria, ninguém iria